Delegado Camargo pede adesão de Rondônia ao subsídio do diesel

Delegado Camargo pede que Rondônia adira ao programa federal de subvenção do diesel, que reduziria até R$1,20 por litro e aliviaria custos de transporte.

Delegado Camargo pede adesão de Rondônia ao subsídio do diesel

O deputado estadual Delegado Camargo fez um apelo ao Governo de Rondônia para que o estado adira ao Programa Nacional de Subvenção do Preço do Litro do Óleo Diesel, iniciativa que pode reduzir o custo do combustível no estado. O pedido foi feito durante sua manifestação na Assembleia Legislativa.

O parlamentar destacou o contexto de crise enfrentado pela população e pelo setor de transporte, afirmando que os preços dos combustíveis dispararam. "Estamos passando uma grande crise no Estado de Rondônia e também na Nação Brasileira, onde os preços dos combustíveis dispararam", declarou.

Segundo o deputado, o programa prevê uma redução de até R$ 1,20 por litro de diesel, com metade do subsídio custeada pelo Governo Federal e a outra metade pelos governos estaduais. "O diesel ficaria R$ 1,20 mais baixo para o consumidor, sendo que R$ 0,60 desse valor seriam pagos pelo Governo Federal e os outros R$ 0,60 pelo Governo do Estado", explicou.

Delegado Camargo chamou a atenção para o fato de Rondônia ainda não ter aderido ao programa, enquanto a maioria dos estados já o fez. Ele alertou que a ausência de adesão representa uma oportunidade perdida para reduzir custos logísticos e mitigar o impacto no preço de produtos e serviços.

O deputado ressaltou que a medida beneficiaria mais do que apenas os caminhoneiros, atingindo toda a população, já que o preço do diesel influencia diretamente o custo de vida. "Aqui eu faço um apelo em nome de todos os caminhoneiros, transportadores, usuários, todos aqueles que necessitam dos combustíveis", declarou, e pediu que o governo estadual assuma sua parcela no esforço: "Que o Governo do Estado também dê a sua parcela de sacrifício para que nós possamos ter uma redução nas bombas e, assim, baratear o custo de vida dos rondonienses".

A cobrança ocorre em um momento de pressão econômica sobre o setor produtivo e a população, especialmente em estados dependentes do transporte rodoviário, como Rondônia. A eventual adesão ao programa pode afetar diretamente preços de alimentos, fretes e serviços, ampliando o alcance da medida para além do setor de combustíveis.

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