Decreto moderniza Programa de Alimentação do Trabalhador em Rondônia

O novo decreto da modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador em Rondônia afetará 44,2 mil trabalhadores, promovendo maior liberdade de uso e segurança jurídica.

Decreto moderniza Programa de Alimentação do Trabalhador em Rondônia

A modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), resultante de um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, impacta diretamente a vida de 44,2 mil trabalhadores e 728 empresas em Rondônia. O decreto introduz melhorias no sistema de vale-alimentação e vale-refeição, beneficiando diretamente os trabalhadores do estado.

Em Rondônia, das 728 empresas que participam do programa, 589 são beneficiárias e 139 atuam como fornecedoras. No perfil dos trabalhadores atendidos, mais de 41,2 mil têm renda de até cinco salários-mínimos, enquanto 2,9 mil ganham acima desse valor.

As novas diretrizes estabelecem limites nas taxas cobradas de estabelecimentos que aceitam os vales, como bares, restaurantes, padarias e mercados, além de reduzir os prazos para o repasse dos pagamentos das operadoras para os comerciantes.

A intenção é incentivar a adesão de pequenos comércios e ampliar as opções de uso do benefício pelos trabalhadores. Outra mudança significativa é a previsão de que, em até um ano, os vales poderão ser utilizados em qualquer maquininha, eliminando a necessidade de redes exclusivas, garantindo mais liberdade aos trabalhadores e mais oportunidades aos comerciantes. O PAT está presente em todas as 27 unidades da Federação, abrangendo atualmente mais de 327,7 mil empresas beneficiárias e 37 mil fornecedoras, somando um total de 22,1 milhões de beneficiários.

Em termos regionais, São Paulo é o estado com o maior número de trabalhadores no PAT, com mais de 7,2 milhões na faixa de até cinco salários-mínimos e 1,35 milhão acima desse patamar. O Sudeste possui a maior quantidade de empresas beneficiárias, com mais de 190 mil, seguidas pela região Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte.

As novas regras proporcionam benefícios claros: para os trabalhadores, há maior liberdade de escolha e garantia de que os recursos serão usados exclusivamente para alimentação. Para os estabelecimentos, é esperado um fluxo de recebimentos mais eficiente e contratos com condições mais justas. As empresas beneficiárias também não terão aumento de custos e terão responsabilidades bem definidas.

Fonte da imagem: Reprodução

Fonte das informações: Gov.br