Porto Velhense Camila Mendonça perde visão e precisa de ajuda

Desde 2021, Camila Mendonça ficou cega e incapaz de andar após meningite fúngica e hidrocefalia; família organiza campanha para custear tratamento e home care.

Porto Velhense Camila Mendonça perde visão e precisa de ajuda

A vida da porto-velhense Camila da Silva Mendonça mudou radicalmente em 2021. O quadro começou com fortes dores de cabeça e uma crise neurológica e evoluiu para uma batalha contra complicações graves que já dura mais de cinco anos e deixou sequelas permanentes.

Atualmente, Camila perdeu a visão, não consegue mais caminhar, necessita de cuidados integrais e depende da ajuda de familiares para tarefas básicas do dia a dia. Sem condições de trabalhar, ela precisa de recursos para manter o tratamento e garantir qualidade de vida.

Segundo relato da própria paciente, os primeiros sintomas surgiram em fevereiro de 2021. Pouco depois ela passou a sofrer convulsões sucessivas — em um dos episódios, registrou mais de 20 convulsões em um único dia — no período mais crítico da pandemia de Covid-19, quando obter vaga para internação era especialmente difícil.

Iniciou então uma longa sequência de internações: cerca de um ano entre entradas e saídas de hospitais e vários meses em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Durante esse período, Camila perdeu completamente a visão. Exames identificaram meningite fúngica, uma infecção rara e grave que exige tratamento prolongado.

Após aproximadamente seis meses de tratamento ela chegou a receber alta, mas a doença voltou a se agravar e atingiu outro órgão. Além da infecção, desenvolveu hidrocefalia e precisou de cirurgia para implantação de um dreno cerebral. Em seguida foi novamente internada, submetida a novo tratamento antifúngico, mantida em coma induzido e passou mais dois meses na UTI.

Ao deixar o hospital, constatou que não conseguia mais andar. Por causa da baixa imunidade, realiza tratamento domiciliar e depende do apoio constante da família, que assumiu dívidas significativas para custear parte dos atendimentos e manter os cuidados necessários.

Em sua publicação nas redes sociais, Camila resume a situação com a frase: "Eu não desisti. E com a sua ajuda, eu não vou desistir."

Sem poder exercer atividade profissional, ela necessita de apoio financeiro para custear medicamentos, tratamentos contínuos, insumos, atendimento especializado, home care e despesas básicas.

Como ajudar: doações via Pix (CPF): 013.849.102-

Quem não puder contribuir financeiramente pode ajudar compartilhando a história para ampliar o alcance da campanha e mobilizar outras pessoas. A solidariedade tem papel essencial para manter o tratamento e a qualidade de vida de quem enfrenta múltiplas batalhas pela saúde.

Fonte das informações: Rondoniaovivo