Reino Unido preferiu financiar exploração da borracha na Amazônia em vez de invadir

O cenário político em Rondônia se intensifica com articulações do PT na oposição e novas candidaturas surgindo, enquanto nomes conhecidos hesitam em disputar.

Reino Unido preferiu financiar exploração da borracha na Amazônia em vez de invadir

Historicamente, a Inglaterra foi incentivada pelo imperador Pedro II a expandir seus domínios na Amazônia. Um comandante da armada britânica chegou a estimar que somente 150 fuzileiros navais seriam necessários para essa tarefa. Entretanto, a resistência guerrilheira da Cabanagem impediu essa ação, assegurando a soberania brasileira na região.

Pesquisas mais recentes indicam que o rei Guilherme IV, conhecido por suas políticas sociais, decidiu não envolver tropas nessa questão. Em vez disso, optou por deixar a Amazônia sob administração brasileira, o que seria menos oneroso para a coroa britânica. O professor Lúcio Flávio Pinto destaca que o reino britânico enviou financiamento por meio de seu banco para apoiar a exploração da borracha.

Atualmente, a situação na Venezuela é alarmante, com informações sugerindo que os Estados Unidos estão ativos na região com o intuito de capturar o presidente Nicolás Maduro, acusado de relações com o tráfico internacional de drogas. Entretanto, essa ação parece ser pontual e não um movimento de ocupação territorial.

O presidente dos EUA, Donald Trump, não demonstra interesse em assumir os custos da administração da Venezuela. Assim, sua estratégia parece envolver confiar a gestão do país a aliados internos, semelhante ao que reinos como o de Guilherme IV fariam em situações parecidas.

No Brasil, o Partido dos Trabalhadores (PT) e aliados do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva iniciam articulações para confrontar as lideranças conservadoras em estados considerados bastiões do bolsonarismo, como Santa Catarina, Rondônia, Acre e Roraima. O desafio é encontrar um candidato a governador que esteja disposto a enfrentar a direita nessas regiões. Em Rondônia, já é sabido que o senador Confúcio Moura (MDB) decidiu não concorrer ao governo, optando por buscar a reeleição.

A disputa pelo Senado em Rondônia está se tornando cada vez mais competitiva. Entre os postulantes, destacam-se o governador Marcos Rocha (União Brasil), o ex-senador Acir Gurgacz (PDT), a deputada federal Silvia Cristina (PP), e o senador Confúcio Moura (MDB), entre outros. A divisão do eleitorado conservador pode beneficiar essa disputa, visto que existem muitos bolsonaristas na corrida, o que pode criar um cenário interessante para a oposição.

Além das figuras políticas consolidadas, novos nomes estão surgindo na política rondoniense. Para a Assembleia Legislativa, a vice-prefeita Magna dos Anjos de Porto Velho é uma forte candidata; na Câmara dos Deputados, destacam-se Joliane Fúria (Cacoal) e o coronel Braguin (Porto Velho) como candidatos ao governo, e Wiveslando Neiva (Cerejeiras) e Marcio Pacele (Porto Velho), entre outros, para a Assembleia Legislativa.

O ex-governador Ivo Cassol (PP) ainda mantém uma expectativa positiva de retornar à política, avaliando cuidadosamente os movimentos na sucessão estadual. Ele ainda não se posicionou oficialmente, mas deve apoiar a candidatura da irmã, Jaqueline Cassol, para a Câmara dos Deputados.

Embora tenham a capacidade eleitoral necessária, os deputados Alex Redano e Laerte Gomes não estão se lançando na disputa pela Câmara dos Deputados. Ambos estão considerando a possibilidade de serem candidatos a vice-governadores, já que Laerte também pode contender pela prefeitura de Ji-Paraná no futuro.

Na esfera nacional, há preocupações sobre a morosidade do Plano Nacional de Segurança no Congresso, que está sendo visto como um facilitador para o crime organizado. Em Rondônia, a Rede de Farmácias FTP vem se destacando no mercado, desafiando grandes redes farmacêuticas como Drogasil e Ultrafarma. Além disso, os municípios começaram a receber a primeira parcela do Fundo de Participação, provocando reações variadas entre prefeitos, especialmente aqueles de cidades com perda demográfica.

Fonte das informações: Rondoniaovivo