Stardust propõe usar erupções vulcânicas para combater aquecimento global

A empresa israelense Stardust sugere que o uso do dióxido de enxofre das erupções vulcânicas pode ser uma alternativa para combater o aquecimento global, refletindo a luz solar.

Stardust propõe usar erupções vulcânicas para combater aquecimento global
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A empresa Stardust, situada em Israel, propõe utilizar o princípio das erupções vulcânicas como uma estratégia de combate ao aquecimento global. Esse método se baseia na liberação de dióxido de enxofre, que tem a capacidade de refletir os raios solares de volta ao espaço, contribuindo para uma redução na temperatura da Terra. Historicamente, essa situação já foi observada em períodos como a Pequena Idade do Gelo, entre 1275 e 1450, e em eventos registrados em 1831 e 1991, quando a atividade vulcânica resultou na injeção de aerossóis na estratosfera, promovendo o resfriamento global.

O conceito relacionado a essa prática é conhecido como “tecnologia de reflexão da luz solar” e as suas propostas são frequentemente agrupadas sob o termo geoengenharia solar. Com a crescente pressão de ecologistas que atribuem as crises ambientais ao aquecimento global, espera-se que discussões sobre essa tecnologia ganhem mais destaque no futuro.

Contudo, é importante ressaltar que se o aquecimento global fosse unicamente causado pelo sol, bloquear sua luz poderia ser uma solução efetiva. Entretanto, essa abordagem não elimina os efeitos da destruição ambiental. Reduzir o debate ao papel do sol no aquecimento global é simplista e ignora outras causas, como o investimento desproporcional em conflitos armados em detrimento do combate à fome e a exploração desmedida dos recursos fósseis, que impactam negativamente o meio ambiente.

No Cone Sul de Rondônia, o movimento Caminhada Esperança, que une nove partidos, encerrará o ano com um encontro estadual em Vilhena no dia 13 de dezembro. Este evento é significativo, pois marca a despedida do ano e reflete a crescente importância política de Vilhena, que foi a cidade que mais cresceu no estado na última década, embora ainda careça de representação na Câmara Federal.

O centro histórico de Porto Velho, apesar das suas dificuldades, tem visto um movimento no comércio durante as festividades de fim de ano. O comércio da Avenida Sete de Setembro enfrenta um momento de decadência, com muitas lojas fechadas, um cenário similar ao de vários centros comerciais pelo Brasil. Apesar de iniciativas de revitalização, como a instalação da sede da prefeitura na região, os resultados não foram satisfatórios.

A alta no preço do grama de ouro, que atingiu R$ 727,00, tem gerado uma onda de assaltos em busca de joias e incentivado a proliferação de garimpos ilegais em Rondônia e outros estados da região Norte. Este cenário é agravado pela atuação de facções criminosas que se aproveitam da situação, integrando a venda de drogas com a exploração do ouro.

A ex-primeira dama Michele Bolsonaro, do PL, causou alvoroço ao criticar publicamente a aliança do seu partido com o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) no Ceará. Sua declaração foi impulsionada por comentários passados de Gomes sobre Jair Bolsonaro, resultando em um racha nas articulações políticas. Além disso, Michele, que é pré-candidata ao Senado no Distrito Federal, já manifestou apoio ao pecuarista Bruno Scheidt em Rondônia.

As lideranças políticas das bancadas federais do Amazonas, Rondônia e Roraima estão otimistas em relação à restauração da BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. A expectativa é impulsionada pela recente aprovação de legislação ambiental que visa acelerar as obras dessa importante via, que completará cinquenta anos e, apesar de sua importância, foi abandonada por muito tempo.

Brigas de casais frequentemente impactam carreiras políticas. A separação do casal de deputados federais Silas Câmara e Antônia Lúcia, ambos do Amazonas, tem gerado desdobramentos negativos para Silas, acusado de traições e comportamentos inadequados. Esse tipo de escândalo, que é uma preocupação em Rondônia, demonstra como separações tumultuadas podem ser prejudiciais para a continuidade de mandatos.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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