Brasil cria primeira registradora nacional de créditos de carbono para medir emissão

A primeira registradora nacional de créditos de carbono no Brasil foi criada para garantir a rastreabilidade e verificabilidade dos créditos, alinhando-se a padrões internacionais e promovendo a pesquisa socioambiental.

Brasil cria primeira registradora nacional de créditos de carbono para medir emissão
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Recentemente, foi lançada a primeira registradora nacional de créditos de carbono do Brasil, uma conquista significativa apresentada pelo Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa. Essa registradora é essencial para medir e quantificar os créditos de carbono, pois sem registro, esses créditos não têm validade, nem para quem busca cumprir metas de descarbonização, nem para aqueles que pretendem comercializar seus resultados ambientais.

Os créditos de carbono brasileiros, conhecidos como Cacos, necessitavam de uma registradora que pudesse harmonizar as exigências globais às condições locais. A nova registradora atende a esses requisitos, alinhando-se com padrões internacionais e seguindo o modelo Clima, Comunidade, Biodiversidade, Ciência & Social. Esse modelo determina que parte dos créditos seja destinada a um fundo específico para financiar pesquisas científicas e projetos socioambientais.

A registradora também se destaca por validar, emitir e acompanhar cada crédito de carbono, assegurando que seja único, verificável e rastreável. O ciclo de operação envolve cinco partes principais: o proponente e desenvolvedor do projeto, um verificador independente para auditoria, a registradora, e os compradores e vendedores dos créditos. Essa estrutura foi consolidada por meio do desenvolvimento científico, resultando em um modelo coeso e confiável.

Além dessa conquista no campo ambiental, a influência dos migrantes na política de Rondônia também é uma questão relevante. Desde as eleições gerais de 1982, migrantes de diversos estados têm mostrado sua força nas urnas. Nessa época, o senador mais votado foi Odacir Soares, oriundo do Acre, enquanto os deputados estaduais e federais mais votados também eram de fora do estado, com predominância de paranaenses e gaúchos, entre outros.

No pleito de 1986, os migrantes novamente demonstraram sua força ao eleger Jeronimo Santana como o primeiro governador pelo voto direto. Ao longo da história política de Rondônia, a diversidade de origens dos candidatos tornou-se uma marca, com governadores como Valdir Raupp e Confúcio Moura também vindo de fora do estado. A reeleição de governadores nativos, como Marcos Rocha, nas últimas eleições, mantém essa tendência.

Com a aproximação das eleições de 2026, o senador Marcos Rogério (PL) surge como o favorito para ocupar o Palácio Rio Madeira, desafiando a atual administração de Marcos Rocha. O cenário político está caracterizado pela divisão entre conservadores e a crescente rivalidade política entre grupos com interesses divergentes.

Por fim, a Transamazônica, rodovia idealizada durante a ditadura militar, completa 50 anos ainda inacabada. Embora tenha sido uma importante iniciativa para integrar o país, sua realidade na região amazônica ainda apresenta muitos desafios.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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