Estudo revela que regiões mais relevantes para biodiversidade na Amazônia recebem menos investimento
Um estudo revela que nas unidades de conservação da Amazônia, as áreas mais essenciais para a biodiversidade recebem menos investimento em gestão.
Um recente estudo publicado na revista Biological Conservation revelou que as unidades de conservação da Amazônia que são mais importantes para a biodiversidade recebem, geralmente, menos investimento em gestão. A pesquisa, conduzida por cientistas do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE) e da Universidade Federal de Goiás, analisou 261 áreas de conservação na região.
Com a COP30 se aproximando, a constatação de que os desafios em relação à conservação não diminuíram é alarmante. Os pesquisadores alertam sobre a necessidade urgente de atenção a essas áreas, destacando oito unidades que têm demonstrado boa gestão, como a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM) e a Reserva Biológica do Gurupi (MA). Essas áreas funcionam como exemplos para as 50 unidades que são consideradas de alta prioridade para a conservação, enfrentando pressão severa pelo desmatamento e apresentando gestão fraca ou regular.
O estudo também menciona o programa Áreas Protegidas da Amazônia, que tem operado por duas décadas, envolvendo as comunidades nas decisões sobre a gestão das áreas protegidas.
Na política de Rondônia, o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), fez um lançamento discreto como pré-candidato ao governo do estado, que não teve a presença de aliados importantes, como a ex-deputada federal e destaque local. O evento, que deveria evidenciar força eleitoral, foi considerado fraco, indicando descontentamento entre os apoiadores.
Por outro lado, a relação entre o governador Marcos Rocha e seu vice, Sérgio Gonçalves, que foi acusado de conspirar contra sua administração, parece ter sido restaurada. Após reflexão, Rocha percebeu que precisar do apoio de Gonçalves era essencial para suas futuras ambições políticas, especialmente para suas pretensões ao Senado. Assim, um acordo de conveniência entre ambos foi estabelecido, permitindo que a base aliada cessasse as conspirações.
No que se refere ao uso de mídias sociais e comunicação política, o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes (Podemos), é destacado como o mais eficiente, ganhando o apelido de “prefeito Tik-Tok”, enquanto o senador Confúcio Moura (MDB) é elogiado por sua maestria na comunicação em mídias sociais.
A Agência Nacional de Águas alertou sobre um cenário crítico de escassez de água nos rios do Acre, que pode se estender a Rondônia. Algumas cidades já estão sendo abastecidas por caminhões-pipa, e o nível do lençol freático na capital rondoniense também está em queda. Por enquanto, a fumaça típica da temporada de verão ainda não tem afetado a cidade.
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalon, já se anunciou como pré-candidato ao governo do Acre, enquanto Leo Moraes também está se destacando em Porto Velho e pode buscar a mesma posição futuramente. Além disso, o candidato ao Senado Bruno Scheidt (PL) enfrenta dificuldades com a ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto Confúcio Moura (MDB) continua sua busca por um vice nas cidades de Porto Velho e Ji-Paraná.