Rondônia registra 69 prisões por furto de energia em seis meses
Rondônia registrou 69 prisões por furto de energia entre jan–jun/2026; crime, com pena de até 8 anos, traz riscos e eleva custos para consumidores.
Entre janeiro e junho de 2026, Rondônia registrou 69 prisões por furto de energia elétrica.
As prisões ocorreram após denúncias e inspeções realizadas por equipes da Energisa, que identificaram indícios de irregularidades. A Polícia Militar foi acionada para conduzir as ocorrências e a perícia criminal da Polícia Técnico-Científica (Politec) confirmou as fraudes.
Os registros se concentraram principalmente em Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes, com ocorrências também em Rolim de Moura, Vilhena, Cacoal, Guajará-Mirim e Candeias do Jamari.
O furto de energia configura crime, com pena que pode chegar a oito anos de prisão, e representa um sério risco à segurança da população, além de comprometer a qualidade do fornecimento.
"O furto de energia vai muito além do prejuízo financeiro. Estamos falando de uma prática criminosa que coloca vidas em risco e compromete a qualidade do fornecimento para toda a comunidade. Nossas equipes atuam continuamente no combate às fraudes, sempre em parceria com as autoridades policiais e a perícia técnica, para responsabilizar os envolvidos e garantir mais segurança para a população", afirma Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia.
Além dos riscos à segurança, a energia desviada é contabilizada como perda no sistema elétrico, elevando os custos da distribuidora e prejudicando os consumidores que utilizam a energia de forma regular.
A participação da população é considerada fundamental no enfrentamento desse tipo de crime. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 190 (Polícia Militar) ou pelo 0800 647 0120 (Energisa). As informações são tratadas com absoluto sigilo.