Rio Amazonas é o segundo mais poluído do mundo por plástico segundo estudo

O Rio Amazonas é o segundo mais poluído do mundo por plástico, revelando desafios graves de saúde e saneamento, segundo estudo da Fiocruz.

Rio Amazonas é o segundo mais poluído do mundo por plástico segundo estudo

O Rio Amazonas, historicamente considerado o segundo maior do mundo, agora é reconhecido como o maior em extensão e vazão, de acordo com estudos recentes que utilizam avançadas tecnologias e imagens por satélite. No entanto, a Amazônia também se destaca entre os rios mais poluídos globalmente, ocupando o segundo lugar em poluição por plástico. Um estudo coordenado pela Fiocruz e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá revela que a insegurança alimentar e hídrica, juntamente com os desafios de saneamento, afetam profundamente as comunidades locais e a biodiversidade. A bióloga Jéssica Melo alerta que a contaminação de fontes vitais de alimentos e água representa uma grave ameaça à saúde das populações tradicionais.

Com a Amazônia, a maior bacia hidrográfica do mundo, recebendo atenção científica insuficiente, Melo enfatiza a urgência de mobilização entre os brasileiros para enfrentar os problemas ambientais que ameaçam o rio, pois a situação pode deteriorar ainda mais, resultando em uma realidade alarmante de poluição severa.

A federação entre os partidos Progressista e União Brasil, chamada União Progressista, enfrenta tensões internas na escolha de seu candidato à presidência da República. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que pertence ao União Brasil, enfrenta resistência do Partido Progressista, liderado por Ciro Nogueira. Esses conflitos se estendem para os estados, como no Paraná, onde a candidatura do senador Sérgio Moro não conta com apoio do Progressista. Em Rondônia, com a inelegibilidade do ex-governador Ivo Cassol, o vice-governador Sérgio Gonçalves torna-se o candidato viável para substituir o governador Marcos Rocha, que pretende concorrer ao Senado.

O governo de Marcos Rocha, nas questões de segurança pública, conseguiu avanços significativos após mais de dois anos de esforços. As comunidades de Orgulho do Madeira, Morar Melhor e Cristal da Calama, que vinham enfrentando intensos conflitos entre facções criminosas, agora experimentam maior tranquilidade, o que permite a atuação de programas municipais de saúde e de recreação. O ambiente caótico, marcado por violência extrema, cedeu lugar a um cenário mais pacífico, permitindo que ações sociais se desenvolvessem na região.

Entretanto, algumas candidaturas ao governo de Rondônia não avançaram conforme o esperado. O deputado Lucio Mosquini, por falta de apoio político, e Ivo Cassol, que enfrenta inelegibilidade, estão entre os que não conseguiram consolidar suas campanhas. Recentemente, o ex-prefeito Hildon Chaves também não obteve adesões suficientes para formar uma chapa competitiva.

Hildon já demonstrava dificuldades em sua candidatura, não conseguindo atrair novos apoiadores. Sua esposa, a deputada estadual Ieda Chaves, optou por permanecer no União Brasil, sem se juntar ao PSDB, o que comprometeu ainda mais sua campanha. A chamada coalizão Frente Sandubas, derretida por problemas internos, agora deixa Hildon em uma posição delicada para a disputa na Câmara dos Deputados.

O prefeito Leo Moraes enfrenta um cenário desafiador diante da queda na arrecadação de R$ 300 milhões, resultado de previsões orçamentárias imprecisas. Diante disso, ele busca alternativas para garantir recursos federais e se mostra ativo na captação de emendas parlamentares.

Na corrida para as eleições de 2026, os governadores de Rondônia, Acre e Amazonas já estão se preparando para concorrer ao Senado. Enquanto o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, e o do Amazonas, Wilson Lima, estão livres de complicações judiciais, o governador do Acre, Gladson Cameli, enfrenta investigações e um julgamento no Supremo Tribunal de Justiça por supostos desvios de recursos.

Ademais, se Marcos Rocha confirmar apoio ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, na disputa pelo CPA, isso poderá gerar descontentamento em seu vice-governador, Sérgio Gonçalves, que também se lançou na corrida pelo governo estadual. As articulações políticas para as disputas seguem em andamento, com expectativas de negociações até as convenções estaduais previstas para julho do próximo ano. Ao mesmo tempo, líderes de distritos de Porto Velho, como Extrema, Jacy-Paraná, Vista Alegre do Abunã e União Bandeirantes, se mobilizam pela bandeira da emancipação.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo