Brasil enfrenta críticas de saneamento na Amazônia antes da COP30 em Belém

Nove das vinte cidades brasileiras com os piores índices de saneamento estão na Amazônia, destacando desafios para o Brasil diante da COP30 em Belém.

Brasil enfrenta críticas de saneamento na Amazônia antes da COP30 em Belém
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Desde o final de 2023, com a definição da realização da COP30 em Belém, surgiram preocupações sobre a imagem do Brasil no evento internacional. A divulgação recente de que nove das vinte cidades brasileiras com os piores índices de saneamento básico estão localizadas na Amazônia agrava esse temor.

Dados do Instituto Trata Brasil revelam que algumas capitais, incluindo Belém, têm índices alarmantes. A situação se torna ainda mais crítica quando se considera a polarização política atual, caracterizada por líderes envolvidos em controvérsias e manipulação midiática. A problemática do saneamento básico no país é uma questão central, já que o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto continua deficitário, afetando significativamente a população.

Apesar das reiteradas promessas de redução da pobreza, essa realidade só se tornará tangível se o desafio do saneamento for enfrentado com seriedade, atendendo às metas do Novo Marco Legal do Saneamento. Atualmente, mais de 15% da população brasileira carece de acesso à água potável, enquanto quase metade não tem tratamento de esgoto adequado.

Na política de Rondônia, o ex-governador Ivo Cassol, após uma nova condenação, está fora do jogo para as eleições ao governo do estado. Ele agora deve decidir quais candidatos apoiará ao Senado e à presidência do estado. Entre os pré-candidatos ao cargo governamental para o próximo ano, destacam-se o vice-governador Sergio Gonçalves e os senadores Marcos Rogério e Confúcio Moura, além do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e do deputado federal Fernando Máximo.

O quadro de pré-candidatos também se expandiu com a inclusão do deputado estadual Alex Redano, que atualmente lidera a Assembleia Legislativa. Ele tem se mostrado ativo em movimentações políticas e ampliou suas bases de apoio, especialmente na região metropolitana de Porto Velho.

A classe política da Amazônia está reagindo à proposta do presidente Luís Inácio Lula da Silva de incluir hidrovias estratégicas como o Rio Madeira, Rio Tapajós e Rio Tocantins no Plano Nacional de Privatização. Parlamentares dos estados do Amazonas, Pará e Rondônia se uniram para contestar essa decisão, que pode acarretar a cobrança de pedágios, como já ocorre em algumas rodovias.

Nos bastidores, foi apontado que a dragagem de rios na região amazônica se tornou um negócio altamente rentável. Empresários relatam que o processo de licitação para este tipo de serviço é tão festejado quanto ganhar na loteria, principalmente devido à dificuldade de fiscalização e possíveis irregularidades nas operações.

Em Guajará Mirim, as lideranças políticas e empresariais enfatizam a importância da construção de uma ponte binacional sobre o Rio Mamoré, que liga o Brasil à Bolívia. Eles acreditam que essa obra gerará milhares de empregos e terá um impacto econômico significativo, similar ao das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau em Porto Velho.

Com a implantação da ponte, espera-se que os benefícios econômicos se estendam ao município de Nova Mamoré, com a contratação preferencial de mão de obra local e a criação de novos empreendimentos. A construção representa um investimento considerável por parte do governo federal.

A conclusão das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, que transformaram Porto Velho em um polo econômico, trouxe à tona diversos desafios, incluindo a gestão da mobilidade urbana e a desvalorização imobiliária na região, com muitas famílias migrando para outros estados em busca de melhores oportunidades.

Por fim, observou-se uma diminuição nas manifestações de apoio ao ex-presidente Bolsonaro nos estados de Rondônia e Acre, e a esquerda vislumbra melhores chances nas próximas eleições. No setor comercial em Porto Velho, redes de farmácias estão competindo intensamente, refletindo a dinâmica acirrada do mercado local.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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