Estudo revela motivações de proprietários rurais em preservação e desmatamento

Um estudo da Esalq-USP revela que proprietários rurais são motivados por leis e incentivos ao decidir sobre preservação florestal, destacando a necessidade de adequação normativa.

Estudo revela motivações de proprietários rurais em preservação e desmatamento

A preservação ambiental é um tema que vem ganhando cada vez mais relevância, especialmente entre proprietários rurais. Um estudo realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) investigou as motivações que influenciam essas decisões. Os resultados revelam que, entre os proprietários que mais desmataram, fatores como incentivos governamentais e a necessidade de ampliar a área agrícola foram determinantes.

Por outro lado, aqueles que optaram por manter as áreas de floresta foram guiados, predominantemente, pela conservação da água e pelo cumprimento da legislação. Enquanto grandes propriedades tendem a priorizar a preservação dos recursos hídricos, pequenos proprietários consideram o cumprimento das normas e o legado familiar como fundamentos cruciais para suas decisões. A observância das leis é um aspecto comum, evidenciando a necessidade de fiscalização e aprimoramento das normas para integrar tecnologia à prática agrícola e conservação.

No cenário político para as eleições de 2026 em Rondônia, destaca-se a corrida para a vice-governadoria. Três nomes estão em evidência: Jesualdo Pires, ex-prefeito de Ji-Paraná, é o mais procurado. Ele é visto como um candidato forte devido ao seu histórico de gestão nas duas funções que ocupou. Alex Redano, atual presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO), é o segundo nome mais cogitado, conhecido pela sua atuação limpa e prestígio. Por fim, a deputada estadual Ieda Chaves, que se tornaria uma opção estratégica caso seu marido, o ex-prefeito Hildon Chaves, decida não concorrer ao CPA.

Hildon Chaves enfrenta desafios na sua candidatura ao governo, dada a crise que o PSDB enfrenta em várias partes do Brasil. Apesar de seu prestígio em Porto Velho, a perda de apoio em outras áreas pode dificultar sua mobilização para as eleições. Isso resulta em uma situação adversa para os tucanos, que lutam para reforçar suas candidaturas durante um período de declínio.

Outro fenômeno notável é a migração em massa para Santa Catarina, onde rondonienses e outros trabalhadores do Norte estão se deslocando em busca de melhores oportunidades. Cidades como Chapecó e Joinville estão vendo um aumento no número de recém-chegados, gerando preocupações entre líderes locais sobre o impacto desse movimento. A situação remete à migração que ocorreu em Rondônia nas décadas de 70 e 80, revelando um padrão de deslocamento significativo que pode provocar mudanças demográficas e sociais nas regiões afetadas.

As consequências dessa migração são profundas, com municípios esvaziados em outras regiões do Brasil enfrentando desafios semelhantes ao que Rondônia vivenciou anos atrás. De acordo com o IBGE, o estado possui uma desigualdade crescente em sua demografia, refletindo um crescimento populacional em áreas específicas, como a região de Ariquemes e Cacoal.

No panorama político atual, observam-se tendências como a fragmentação entre bolsonaristas, que podem impulsionar as candidaturas de centro e centro-esquerda. Além disso, a redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) impacta diretamente as finanças dos municípios, levando a um aumento nas preocupações entre os prefeitos.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo