Empreendedores lucram com extração de fumaça em Rondônia

Pesquisas eleitorais em Rondônia mostram um cenário fragmentado, com candidaturas disputando espaço no governo e Senado, mas o eleitorado fica dividido.

Empreendedores lucram com extração de fumaça em Rondônia
```html

A parte mais racional da sociedade entende que opiniões são argumentos demonstrativos. Quando a presidente Dilma Rousseff foi criticada por sugerir que a ONU deveria armazenar vento e sol, muitos desconsideraram a mensagem sobre a importância de utilizar os recursos naturais de forma inovadora e responsável.

Atualmente, a ideia de armazenar recursos como fumaça não é mais motivo de riso, mas sim objeto de estudos científicos. Um exemplo é o extrato pirolenhoso, conhecido como "fumaça líquida", que pode ser comercializado e gera lucros significativos aos empreendedores. O método de engarrafar fumaça, aproveitando mais de 95% do que poderia ser desperdiçado, rendeu cerca de R$ 5 por litro, apresentando uma solução ambiental eficiente.

Apesar de Dilma ainda se queixar de mal-entendidos sobre sua declaração sobre "estocar vento", a velocidade das descobertas científicas revela avanços intrigantes, como a pesquisa que estudou a estrutura neuronal de uma mosca. Esses estudos podem trazer contribuições valiosas para a compreensão do cérebro humano, reforçando a necessidade de encarar essas investigações com seriedade.

No cenário político de Porto Velho, com três candidatos ao governo estadual nas eleições de 2026, há uma fragmentação do eleitorado. O vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) e o deputado federal Fernando Máximo (União Brasil, em transição para o Podemos) podem se prejudicar mutuamente. A falta de bom senso entre os postulantes pode torná-los vulneráveis a candidatos do interior, que concentram dois terços do eleitorado rondoniense.

Pesquisas eleitorais preliminares indicam que Hildon Chaves lidera em Porto Velho, enquanto o senador Confúcio Moura (MDB) é o favorito na região de Ariquemes e Marcos Rogério (PL) se destaca em Ji-Paraná. A situação se complica para o ex-governador Ivo Cassol (PP), que ainda enfrenta inelegibilidade.

As chances do vice-governador Sérgio Gonçalves podem aumentar com o tempo, especialmente se conseguir se consolidar como titular e utilizar a estrutura governamental a seu favor. Ele poderá ainda contar com o respaldo de Marcos Rocha, que desponta como candidato ao Senado, bem como com o apoio de Fernando Máximo, que ganha destaque com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O populismo político em Rondônia, especialmente originário de políticos goianos, se manifesta nas candidaturas em Porto Velho e em todo o estado. Fernando Máximo é um exemplo notável dessa nova geração, sendo carismático e com grande apelo popular.

A fragmentação da classe política em Porto Velho, com três candidatos ao governo e quatro ao Senado, pode resultar em perdas significativas para os candidatos locais. A divisão de votos favorece candidatos de outras regiões, como o Delegado Camargo, Marcos Rocha e a ex-deputada que não foi nomeada devido a uma decisão judicial.

As estratégias dos candidatos são variadas. O ex-senador Acir Gurgacz (PDT) aposta na fragmentação do eleitorado conservador e na fidelidade de votantes de centro e centro-esquerda, aliando-se a Confúcio Moura e contando com a união de várias siglas.

Entretanto, há grandes incógnitas para as eleições de 2026. A tradicional desilusão com a política em Rondônia pode resultar em alta abstenção, além da preocupação com a possível influência do crime organizado nas eleições. A presença de representantes no legislativo pode reforçar práticas nocivas e a corrupção na gestão pública.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

```