Desmatamento da Amazônia gera preocupações com futuro da floresta e clima

O professor José Marengo alerta sobre a degradação da Amazônia, afirmando que, se nada for feito, o desmatamento poderá transformá-la em deserto em uma década.

Desmatamento da Amazônia gera preocupações com futuro da floresta e clima

A expressão "pregando no deserto" traz à mente a imagem de João Batista, que realizava suas pregações para as caravanas que cruzavam a Judeia. Essa metáfora é usada atualmente pelo professor José Marengo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, ao alertar sobre a devastação contínua da floresta amazônica. Segundo Marengo, se ações efetivas não forem tomadas nos próximos dez anos, as consequências serão severas, resultando em desertificação, com rupturas ecológicas evidentes e a morte de árvores se intensificando.

A degradação da Amazônia, visível até mesmo do espaço, é resultado de uma polarização política que impede um avanço em medidas de conservação e restauração. Marengo enfatiza a importância de um movimento coletivo para promover uma agropecuária sustentável que atenda tanto às necessidades do mercado quanto às orientações científicas, destacando que sem uma união social, a devastação se intensificará.

Durante o ano de 2023, o cenário político em Rondônia se tornou mais complexo conforme se aproximam as eleições de 2026. O ex-governador Ivo Cassol foi considerado inelegível, e figuras como Lucio Mosquini e Hildon Chaves enfrentam desafios em suas candidaturas. O coronel Braguim, com forte apoio militar, busca seguir os passos de Marcos Rocha, ex-governador que ascendeu em sua primeira eleição em 2018.

A sucessão estadual apresenta incertezas, particularmente se o vice-governador Sérgio Gonçalves decidir se candidatar, dependente da eventual renúncia de Rocha. Essa indecisão se estende a senadores como Confúcio Moura e Marcos Rogério, além do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, que pondera sobre seu futuro político.

No campo senatorial, o quadro se mantém instável. Confúcio Moura e Marcos Rogério também aparecem nas pesquisas de financiamento e integração ao debate eleitoral. Outros nomes sondados para as cadeiras do Senado incluem o ex-senador Acir Gurgacz, o delegado Camargo, e os deputados federais Fernando Máximo e Silvia Cristina, entre outros.

A direita em Rondônia, predominantemente bolsonarista, enfrenta divisões que podem influenciar negativamente suas candidaturas. Nomes ligados ao ex-presidente, como Fernando Máximo e Silvia Cristina, competem entre si, enquanto Gurgacz e Chaves podem se destacar neste contexto conturbado.

O MDB, em meio a um cenário complicado na região Norte, ainda vê no Pará uma chance de vitória com a vice-governadora Hanna Chassan Tuma. O partido, que outrora elegeu governadores em Rondônia e Acre, enfrenta dificuldades em expandir suas influências, vislumbrando uma aposta em um futuro político mais coeso, especialmente considerando o apoio de líderes locais conservadores.

No último final de semana, o senador Confúcio Moura, durante um evento em Vilhena, manifestou sua indecisão quanto à disputa pelo governo estadual. O governador Marcos Rocha, que enfrenta críticas sobre saúde e segurança pública, poderá optar por candidatar-se novamente ao Senado em 2026, mantendo o interesse ativo nas próximas eleições.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo