Quase 75% dos brasileiros veem alto risco de golpes durante o Carnaval
Uma pesquisa revela que 96% dos brasileiros veem riscos de golpes durante o Carnaval, destacando a necessidade de cuidados com segurança financeira na folia.
Uma pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revelou que quase 75% dos brasileiros consideram alto ou muito alto o risco de sofrer golpes e fraudes durante o Carnaval. Este dado reflete um cenário de crescente preocupação em um período caracterizado por festas, viagens e aumento de despesas.
Os resultados mostram que 96% da população tem consciência de que existe algum risco de ser vítimas de fraudes durante as festividades. Além disso, 44% dos entrevistados afirmam estar ainda mais preocupados com a segurança nesta época do ano. Isso destaca a importância de redobrar a atenção e buscar soluções de proteção acessíveis para os consumidores.
O início do ano, geralmente associado a gastos adicionais, aliado à elevada movimentação de pessoas durante o Carnaval, cria um ambiente propício a ações criminosas. Fatores como pagamentos digitais, compras por impulso e o uso constante de celulares em locais lotados aumentam a vulnerabilidade dos foliões.
A pesquisa também evidencia o impacto que esses crimes têm na vida das vítimas. Dentre os 16% dos brasileiros que já enfrentaram golpes ou fraudes em carnavais anteriores, 80% não conseguiram recuperar os valores perdidos. As consequências financeiras são graves, mas os efeitos emocionais também são significativos: 55% relataram sentir raiva e indignação, e 34% passaram a apresentar ansiedade ou medo de sair de casa.
Os dados enfatizam que os golpes durante o Carnaval são mais do que um mero inconveniente; eles podem causar efeitos duradouros, ressaltando a necessidade de medidas preventivas, informação adequada e cuidado redobrado com dados pessoais e financeiros durante as festividades.
Metodologia
A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Opinion Box entre os dias 08 e 27 de janeiro de 2026, com a participação de 1.073 brasileiros. A margem de erro é de 3,0 pontos percentuais.