Marcos Rogerio destina 30 milhoes ao hospital de Ji Parana

Senador Marcos Rogério confirma R$30 milhões para concluir o novo hospital de Ji-Paraná, com maternidade e pediatria, para desafogar rede de 18 municípios.

Marcos Rogerio destina 30 milhoes ao hospital de Ji Parana

A saúde pública de Ji-Paraná pode passar por uma das maiores mudanças estruturais das últimas décadas com a conclusão do novo hospital municipal. O senador Marcos Rogério declarou, em entrevista ao vivo na segunda-feira (11), que R$ 30 milhões já foram destinados para a obra e que há intenção de ampliar os investimentos para até R$ 40 milhões.

Segundo o senador, R$ 20 milhões já estão na conta da Prefeitura de Ji-Paraná e outros R$ 10 milhões foram liberados por meio de emenda parlamentar. A articulação do parlamentar e da administração municipal busca agora ampliar o aporte financeiro para garantir a conclusão definitiva do empreendimento.

A unidade hospitalar foi projetada para se tornar referência na região Central de Rondônia, com maternidade integrada e atendimento especializado em obstetrícia e pediatria. A estrutura prevista inclui instalações climatizadas e modernas para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer melhores condições aos pacientes.

O novo hospital surge diante da pressão sobre a rede pública local. A atual estrutura enfrenta limitações físicas, superlotação e dificuldades operacionais enquanto atende moradores de Ji-Paraná e de outros 17 municípios da região.

Na entrevista, Marcos Rogério destacou a urgência da medida: “A saúde precisa sair do discurso e virar realidade”, afirmou, reforçando que parte significativa dos recursos já está disponível e que a entrega da unidade é prioridade.

O projeto reúne esforços do Ministério da Saúde, do senador e da Prefeitura de Ji-Paraná com o objetivo de acelerar a entrega de uma obra considerada estratégica para a região. Nos bastidores políticos e administrativos, a intervenção é tratada como um marco que pode representar uma mudança prática no atendimento público de saúde.

Para moradores e gestores, a conclusão do hospital tem peso simbólico e prático: além de desafogar a rede existente, a nova unidade passa a ser vista como a possibilidade concreta de que melhorias anunciadas comecem a ser percebidas no cotidiano das pessoas.

Foto: Assessoria

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