Antipetróleo busca alternativas com sachês biodegradáveis na COP30
A COP30 rejeitou a proposta de fim da exploração de combustíveis fósseis, enquanto novos sachês biodegradáveis surgem como alternativa aos derivados de petróleo.
A polarização política no Brasil, centrada principalmente entre lulistas e bolsonaristas, continua a desunião entre os povos, servindo aos interesses do Centrão, que detém o verdadeiro poder. Globalmente, a divisão se intensifica entre defensores da exploração de petróleo em busca de desenvolvimento econômico e aqueles que defendem a preservação ambiental, se opõem ao uso de combustíveis fósseis.
Durante a COP30, uma proposta para acabar com a exploração de combustíveis fósseis foi rejeitada, evidenciando a dificuldade de alcançar um consenso entre países com reservas de petróleo. A alternativa viável para os ambientalistas é o desenvolvimento de produtos que substituam os derivados de petróleo, como os sachês de amido com nanopartículas de fertilizantes criados em parceria pela Embrapa e a Universidade Federal de São Carlos, que são uma opção biodegradável.
Em Rondônia, rumores sobre a candidatura do vereador Carlucho Bolsonaro (PL) ao Senado foram desmentidos por Bruno Scheidt, que tem a intenção de que Carlucho dispute as eleições por Santa Catarina. Scheidt, apoiado pela ex-primeira dama Michele Bolsonaro, também está em disputa pelo Senado em Rondônia, embora a presença de Carlucho no cenário político esteja sendo contestada.
A contagem regressiva para as eleições de 2026 está aumentando as divisões entre os governistas em Rondônia, tornando o cenário político instável. O governador Marcos Rocha (UB) se desincompatibiliza em abril para uma candidatura ao Senado, e as alianças políticas atuais estão se deteriorando, com diferentes clãs buscando reverter negociações sobre cargos na administração atual.
Em Porto Velho, a política vive momentos de tensão, uma vez que a falta de recursos financeiros está dificultando a relação entre o prefeito e os vereadores. A gestão tem sido marcada pela dificuldade em atender às exigências financeiras dos legisladores, refletindo uma falta de apoio orçamentário.
Além disso, com a indefinição de candidaturas ao governo estadual, o nome do coronel Braguim, comandante da PM, volta à cena política. Estaria disposto a concorrer, recebendo convites de diversos partidos, buscando espaço entre as candidaturas de direita, semelhante à trajetória de Marcos Rocha.
Por outro lado, a situação nos presídios de Porto Velho, Manaus e Rio Branco está sendo discutida no Senado, com um projeto para a possível terceirização das unidades prisionais, que enfrentam problemas de corrupção e gerenciamento inadequado. O projeto, já apoiado pelo senador Márcio Bittar, pode ser um avanço, mas a efetividade das mudanças ainda é questionada.
A escassez de mão de obra está se intensificando em Porto Velho, com setores como supermercados, padarias e construção civil enfrentando dificuldades em contratar funcionários. Ao mesmo tempo, os índices de feminicídios no Brasil, especialmente em Rondônia, continuam em alta, destacando a grave situação de violência contra as mulheres, que persiste apesar das medidas legais em vigor.