França perde 52 milhões de hectares de vegetação nativa na Amazônia

A Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa em 40 anos, e a criação da Comissão Interministerial busca frear o desmatamento acelerado.

França perde 52 milhões de hectares de vegetação nativa na Amazônia
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A França, ocupando a posição de segundo maior país da Europa em área territorial, acaba de ter sua importância ressaltada em um relatório do Mapbiomas, que revela a perda de 52 milhões de hectares de vegetação nativa na Amazônia nos últimos 40 anos, uma área equivalente ao tamanho da França. Este dado sublinha a gravidade da situação ambiental da região.

Dentre os 13% do território amazônico que foram desmatados para atividades como pecuária, agricultura e mineração, a maior parte das perdas ocorreu nos anos mais recentes. É preocupante que, mesmo diante de estudos e tecnologias que poderiam mitigar esse cenário, a devastação tenha aumentado.

Nos últimos anos, um conjunto de medidas legais e institucionais foi implementado para conter a degradação ambiental. Uma das iniciativas mais promissoras foi a criação da Comissão Interministerial de Prevenção e Controle do Desmatamento, que teve início no ano passado. Essa comissão, composta por 19 ministérios, é responsável por coordenar a fiscalização e a implementação de políticas voltadas para a preservação da Amazônia.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desempenha um papel crucial no monitoramento em tempo real da Amazônia, o que proporciona um otimismo cauteloso. Recentemente, foi indicado que os alertas relacionados ao desmatamento diminuíram quase pela metade entre 2023 e 2024.

A pacificação interna do MDB em Rondônia ainda está distante. O grupo político ligado ao ex-governador Valdir Raupp e outros membros da legenda têm demonstrado dificuldades em se unir ao senador Confúcio Moura, presidente estadual do partido. O deputado Lucio Mosquini já começou a buscar novos partidos, possivelmente alinhando-se a ideias mais conservadoras. Enquanto isso, os Raupp permanecem em silêncio, mas pelo menos um deles deverá concorrer a um cargo eletivo nas próximas eleições.

Com o aumento da representatividade feminina na política rondoniense, espera-se que mais mulheres se candidatem nas próximas eleições. Entre as deputadas que buscam reeleição estão Ieda Chaves, Rosangela Donadon, Tassia e Lebrinha. Além disso, na Câmara dos Deputados, Cristiane Lopes e outras estão na corrida por vagas, enquanto Silvia Cristina concorre ao Senado.

No âmbito econômico, os municípios brasileiros receberam R$ 4,7 bilhões do Fundo de Participação de Municípios (FPM) referente ao mês de outubro, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. Em Rondônia, Porto Velho, a capital do estado, concentra a maior parte desses recursos, embora a distribuição tenha sido menor comparada ao ano passado devido a uma economia em desaceleração.

Os próximos encontros regionais da Caminhada da Esperança ocorrerão em Rolim de Moura e Vilhena, onde nove partidos estão mobilizados para discutir as eleições do próximo ano. As reuniões têm sido vistas como fundamentais para a coalizão, com a participação de lideranças como o senador Confúcio Moura e outros presidentes de partidos.

A crise de segurança no Rio de Janeiro revela um jogo de empurra entre esferas estaduais e federais, onde a população é a mais afetada. Ambos os níveis de governo devem colaborar mais efetivamente, enquanto o governo federal deve aumentar a fiscalização nas fronteiras para impedir a entrada de armas e drogas. A situação é igualmente preocupante em Rondônia, que necessita de apoio federal para controlar sua fronteira com a Bolívia.

Comércio varejista enfrenta dificuldades em Porto Velho devido ao endividamento da população e taxas de juros elevadas. Os comerciantes buscam alternativas para superar a crise que afeta o consumo. Além disso, o candidato ao Senado, Bruno Scheidt, enfrenta rejeição em sua própria base, enquanto o senador Marcos Rogério intensifica sua presença na mídia, possivelmente em vista de uma candidatura ao CPA Rio Madeira em 2026, ano que promete ser competitivo para as lideranças políticas do estado.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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