COP30 não condena petróleo e negacionistas ganham força em questões climáticas

A COP30 não conseguiu condenar o petróleo, deixando as esperanças de um futuro sustentável incertas. A regulação europeia pode ser a única barreira real.

COP30 não condena petróleo e negacionistas ganham força em questões climáticas
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Os negacionistas do clima, aliados aos interesses do setor de combustíveis fósseis, continuam a obter vitórias significativas. A mais recente foi a declaração da COP30, que não trouxe a condenação do petróleo, adiando o fim da Era do Petróleo para um futuro incerto, possivelmente até 2075. Cientistas alertam sobre as consequências das alterações climáticas, mas os negacionistas desmerecem essas preocupações, apostando que a ciência e a regulação natural resolverão os problemas antes que a situação se torne crítica.

Um dos principais instrumentos contra essa postura é a European Deforestation-Free Regulation, que visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a perda de biodiversidade. Essa regulação, que entra em vigor no final de 2025, impõe restrições à comercialização de commodities como gado, cacau, café, óleo de palma, borracha, soja e madeira. Adiar a implementação dessa regulação seria considerado uma vitória para os consumidores e uma derrota para os negacionistas.

Recentemente, a divisão na família Bolsonaro se evidenciou após a escolha do senador Flavio Bolsonaro para disputar a presidência. Governadores do Centrão, como Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Junior (Paraná) e Romeu Zema (Minas Gerais), rejeitaram essa imposição. A situação revela um cenário adverso para Flavio, que pode ser apenas um teste para medir o apoio na direita.

A deputada federal Antônia Lucia, do Acre, retomou sua campanha para reeleição após fazer sérias acusações contra seu ex-marido, Silas Câmara, envolvendo traição e outras polêmicas. Silas, que é pastor, negou as acusações, mas a repercussão entre os evangélicos evidenciou o impacto do escândalo na imagem do casal.

No estado de Rondônia, candidatos a governador estão se movimentando para as pré-campanhas. O senador Marcos Rogerio (PL-RO) é apontado como favorito por pesquisas, enquanto o senador Confúcio Moura (MDB-RO) realiza a Caravana Esperança. Além deles, está na disputa o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), e o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), que se uniu ao PP formando a Aliança Progressista. O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), ainda decide se concorrerá.

A possibilidade de desagregação do acordo político entre o governador Marcos Rocha (União Brasil) e o clã liderado por Xxxxxxxx Xxxxxxxx está afetando a formação de chapas para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa. O clã esperava obter cargos importantes como resultado da aliança, mas a cooperação não se concretizou.

O governador Marcos Rocha demonstra indecisão em relação às suas alianças políticas para as próximas eleições, nas quais disputará uma vaga no Senado. Ele espera dividir o futuro governo com seu vice, Sergio Gonçalves, enquanto sua esposa e irmão também buscam cargos públicos.

Por fim, a Defesa Civil emitiu alertas para ribeirinhos sobre os riscos de desbarrancamentos ao longo dos rios durante a temporada de inverno amazônico. O prefeito de Porto Velho, Leo Moraes (Podemos), anunciou reforços no orçamento municipal para melhorar a segurança pública, ressaltando a importância da colaboração entre diferentes esferas de governo para enfrentar os desafios enfrentados na região.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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