Café pode desaparecer no Brasil devido às mudanças climáticas alerta Unesp
Pesquisadores da Unesp alertam que a elevação da temperatura pode ameaçar a produção de café no Brasil, impactando também o mercado de citros e aumentando preços.
Segundo pesquisas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o café, uma bebida fundamental na rotina de muitos brasileiros, pode desaparecer devido ao aumento da temperatura global, que pode chegar a 4°C até 2100, caso as práticas ambientais não sejam modificadas. A mudança climática não apenas ameaça a produção de café, mas também a de cítricos, como a laranja, tornando os preços dessas commodities ainda mais altos para os consumidores.
As alterações climáticas impactarão toda a produção agrícola, mudando a geografia das plantações em todo o mundo. A produção de laranjas em São Paulo poderá ser substituída por cultivos em Mato Grosso do Sul, enquanto vinhos de regiões da França poderão ser produzidos na Inglaterra. O Brasil, conhecido por sua diversidade agrícola, enfrentará grandes perdas nas exportações, afetando a economia do país como um todo. Nesse cenário, a política partidária se tornará irrelevante frente à escassez de produtos essenciais, como o café.
No cenário político de Rondônia, a União Progressista, resultante da fusão entre o União Brasil e o Partido Progressista, ainda busca um candidato para governador. As candidaturas para o Senado do atual governador Marcos Rocha e da deputada federal Silvia Cistina estão em análise devido à possibilidade de uma aliança com o governo do presidente Lula, que enfrenta rejeição no estado conservador.
A atmosfera eleitoral se intensifica no estado à medida que os partidos começam a se organizar para as eleições de 2026, que incluirão a disputa para a Assembleia Legislativa, a Câmara dos Deputados, o Senado e a governadoria. A janela partidária, que se inicia em março e vai até abril, é aguardada com grande expectativa.
Por outro lado, há especulações de que o vice-governador Sergio Gonçalves poderá desistir da candidatura a governador, visando uma cadeira na Câmara dos Deputados. A confirmação de Gonzales nessa nova posição está relacionada ao domínio do União Brasil por seu grupo e ao acesso a recursos financeiros para a campanha.
O governador Marcos Rocha, que havia rejeitado uma oferta para ingressar no PSD, está considerando seus apoios para a sucessão. As divisões internas do PSD, com parte da legenda se unindo ao PT, podem influenciar sua decisão. Além de Adailton Fúria, ele pode apoiar outras candidaturas, como as do presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano, ou do Coronel Braguim.
Pressões cada vez mais intensas sugerem que Marcos Rocha pode reconsiderar sua permanência no cargo e disputar uma cadeira no Senado. Nesta eventualidade, sua esposa, Luana Rocha, pode concorrer à Câmara dos Deputados, enquanto seu irmão, Sandro Rocha, almeja uma vaga na Assembleia Legislativa. O clã Rocha está reavaliando suas opções para não ficarem sem representação política nas próximas eleições, especialmente considerando que Luana está bem posicionada nas pesquisas.
A confirmação da candidatura de Marcos Rocha ao Senado deve ocorrer em abril, prazo final para desincompatibilização de candidatos. Isso permitiria também que seus familiares se lançassem em busca de cargos eletivos. O cenário político em Rondônia continua em constante evolução, com muitas incógnitas a serem resolvidas nos próximos meses.