Tardígrados são os únicos sobreviventes potenciais de apocalipse climático

Uma pesquisa recente revela que, em um apocalipse climático ou nuclear, a Amazônia não sobreviveria. No entanto, os tardígrafos resistiriam.

Tardígrados são os únicos sobreviventes potenciais de apocalipse climático

Uma pesquisa recente avaliou a possibilidade de vida sobrevivente em um cenário de apocalipse climático ou nuclear. O estudo se concentrou na floresta amazônica e, apesar de sua importância, as notícias são preocupantes: em caso de catástrofe, a Amazônia não contará com vida sobrevivente. No entanto, a boa nova é que a vida, de maneira geral, conseguirá resistir a esse cenário extremo.

O responsável por essa resiliência é o tardígrado, um pequeno organismo de oito patas, conhecido popularmente como “ursinho de água”. Descobertos em 1773, esses seres são considerados milagrosos devido à sua capacidade de sobreviver a condições adversas. Durante situações de ameaça, os tardígrados entram em um estado chamado criptobiose, onde perdem água e se transformam em uma cápsula desidratada, reanimando-se apenas quando as condições de vida se restabelecem. Esse mecanismo não está disponível para os seres humanos, que, portanto, devem buscar a proteção do meio ambiente para evitar consequências desastrosas.

Na política, os vices-governadores da região Norte estão enfrentando dificuldades em suas campanhas para os governos estaduais. Em Rondônia, o vice-governador Sergio Gonçalves se distanciou de seu titular, enquanto os vices do Acre, Amazonas e Pará continuam alinhados com os atuais governadores na corrida por cadeiras no Senado.

Em outro aspecto, o radialista Arimar Sá, que comemora 30 anos de seu programa "A Voz do Povo", está promovendo uma série de sabatinas com os pré-candidatos ao governo de Rondônia, permitindo que a população conheça os planos dos candidatos que serão confirmados nas convenções em junho.

Um projeto de construção de uma rodovia paralela à BR-364, idealizado no final dos anos 90, está em andamento. A estrada, que visa reduzir o tráfego e os acidentes na importante via de Rondônia, corta regiões agrícolas e já recebeu investimentos de diversos governantes. A conclusão da obra depende da cooperação entre o governador Marcos Rocha, os parlamentares e entidades rurais para garantir que os recursos sejam direcionados adequadamente.

A disputa pelo governo estadual está se intensificando, com o deputado Marcos Rogério sendo considerado o favorito e o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, recebendo apoio significativo. O atual governador Marcos Rocha tem convocado líderes políticos para se unirem ao PSD e apoiar a candidatura de Fúria. O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, também entrou na corrida, aumentando a competitividade entre os candidatos.

Além disso, a insatisfação com a volta da cobrança do pedágio na BR-364 está gerando revolta entre os habitantes de Rondônia, Acre e Amazonas, visto que o aumento dos custos de transporte impacta a vida na região. A bancada federal de Rondônia enfrentará consequências nas eleições de 2026 por sua falta de ação em relação ao problema. Nos desenvolvimentos políticos, a Zona Leste de Porto Velho está se expandindo, aumentando seu número de eleitores e se aproximando de Candeias do Jamari, o que poderá influenciar as próximas eleições na capital.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo