Cientistas apontam 2030 como ano de risco crítico para a Amazônia

Dados de 35 anos mostram que o desmatamento elevado eleva o risco de danos irreversíveis à Amazônia; secas cíclicas ocorrem a cada sete anos, próxima em 2030.

Cientistas apontam 2030 como ano de risco crítico para a Amazônia

Cientistas que monitoram a Amazônia por satélite desde 1992 alertam para o risco de danos irreversíveis à floresta caso o desmatamento mantenha-se em níveis elevados. Com décadas de dados disponíveis, as previsões deixaram de ser baseadas em palpites e passam a se apoiar em séries históricas e gráficos climáticos.

Pesquisadores de países como Estados Unidos, China e França cruzaram dados de aproximadamente 35 anos e identificaram padrões recorrentes, entre eles grandes secas a cada sete anos. Com essa periodicidade, estimam que uma nova seca de grande magnitude deverá ocorrer em 2030.

Apesar da robustez dos dados, alertas científicos costumam enfrentar descrédito público, comparados a previsões apocalípticas antigas. Ainda assim, a maior disponibilidade de informações concretas aumenta a credibilidade das análises e reforça a necessidade de medidas de contenção do desmatamento para evitar cenários irreversíveis.

No campo político, investigações da Polícia Federal alcançaram parlamentares de diferentes partidos, envolvendo casos como o do Banco Máster e denúncias relacionadas ao INSS e a esquemas de distribuição de emendas. Nomes como Ciro Nogueira e Jaques Wagner foram citados nas apurações. As sucessivas denúncias têm alimentado discursos sobre a urgência de renovação no Congresso Nacional.

Em Rondônia, Ouro Preto do Oeste, município desmembrado de Ji-Paraná e situado a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, celebrou mais um aniversário de emancipação política. A cidade, um dos berços da colonização no estado, enfrenta um processo de despovoamento com migrações para municípios criados posteriormente, como Machadinho do Oeste, Buritis e áreas próximas à Ponta do Abunã. Lideranças históricas da região incluem Assis Canuto, Carlos Magno e o deputado federal Lúcio Mosquini.

As disputas eleitorais para 2026 mostram concentração de candidaturas na área de segurança pública. Militares e delegados disputam vagas para a Assembleia Legislativa e para a Câmara dos Deputados; entre os nomes citados estão o coronel Chrisostomo, o delegado Thiago Flores e o Coronel Vital, que já atuou como secretário de Segurança Pública. O atual governador Marcos Rocha, também de formação militar, é outro ator relevante neste cenário.

Apesar da preferência do eleitorado por candidatos com perfil de segurança, a criminalidade permanece elevada em áreas como Porto Velho. Há registro de aumento de pontos de venda de drogas, avanço de facções como o PCC e o Comando Vermelho e a presença de grupos locais descritos como “piratas do Madeira”, que atuariam em conjuntos habitacionais. Especialistas e representantes apontam que os resultados práticos nas políticas de segurança ainda não respondem às expectativas da população.

No campo das pré-candidaturas, alguns nomes enfrentam dificuldades nas pesquisas internas e podem ser substituídos nas convenções partidárias. Entre os citados com desempenho fraco estão Pedro Abib (MDB), Expedito Neto (PT) e Samuel Costa (PSB), em um ambiente político marcado por divisões internas e disputas por coligações.

O ex-senador Acir Gurgacz (PDT) confirmou participação nas próximas eleições ao Senado durante participação no programa de rádio “A Voz do Povo”. Gurgacz declarou que já iniciou visitas a municípios e criticou a bancada federal sobre a questão do pedágio, defendendo a redução de tarifas e a entrada de Rondônia em um ciclo de industrialização.

Com a Copa do Mundo em andamento, a agenda pública e parte das atividades de campanha reduziram o ritmo, enquanto equipes de marketing continuam realizando pesquisas para mapear prioridades eleitorais. Em levantamentos locais há consenso sobre a centralidade dos problemas de segurança pública e saúde para o eleitorado, de municípios como Guajará Mirim a Ji-Paraná e de Colorado do Oeste a Ouro Preto do Oeste.

Em âmbito regional, serão realizadas eleições suplementares em Roraima no domingo 21, em decorrência da cassação dos mandatos do governador e do vice; o mandato a ser ocupado será tampão, com duração prevista em torno de seis meses. Em Rondônia, o ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves, candidato ao governo pela federação União Brasil/Progressistas, intensificou críticas ao atual governo de Marcos Rocha, enquanto o ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria é apontado como possível candidato da situação.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo