Luciano Moreira é eleito um dos dez cientistas mais influentes de 2025
O cientista brasileiro Luciano Moreira foi reconhecido pela revista Nature por suas pesquisas sobre o mosquito Aedes aegypti, crucial no combate a doenças como dengue e zika.
A revista científica Nature incluiu o cientista brasileiro Luciano Moreira na lista dos dez nomes mais influentes na ciência em 2025, em reconhecimento à sua contribuição significativa para o combate a doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, incluindo dengue, zika e chikungunya.
Moreira dedicou mais de 20 anos ao desenvolvimento da bactéria Wolbachia no mosquito transmissor, a qual impede a replicação de vírus, tornando o inseto incapaz de transmitir doenças. A dispersão dessa linhagem de mosquitos tem potencial para neutralizar as doenças que frequentemente afligem a população. Ao contrário de muitos pesquisadores que enfrentam desafios significativos e resistência de setores contrários à proteção ambiental, Moreira tem conseguido realizar suas pesquisas sem grandes obstáculos.
Recentemente, a Oxitec, empresa britânica especializada em controle biológico de pragas, inaugurou em Campinas, São Paulo, a maior biofábrica do mundo dedicada à produção de mosquitos modificados com a bactéria Wolbachia. No entanto, a iniciativa não está isenta de controvérsias, já que enfrenta obstáculos regulatórios que dificultam sua implementação.
No cenário político de Rondônia, o ano de 2025 foi marcado por desistências notáveis na corrida pelo governo do estado. O ex-governador e atual senador Confúcio Moura (MDB) e o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), renunciaram suas candidaturas. Moura, apesar de ter uma forte estrutura de apoio, optou por não correr o risco em um ambiente com forte influência do bolsonarismo. Já Hildon Chaves não conseguiu viabilizar sua candidatura devido à falta de uma chapa competitiva.
As eleições no estado têm se mostrado imprevisíveis, como uma "corrida maluca", onde candidatos menos favorecidos nas pesquisas têm obtido êxito. O atual senador Marcos Rogério (PL) é considerado um dos favoritos para a eleição de 2026, embora tenha sido derrotado anteriormente pelo governador Marcos Rocha.
Estudantes têm questionado sobre os principais nomes para as eleições proporcionais. Embora não haja pesquisas recentes, destaca-se a reeleição do ex-prefeito Hildon Chaves, do ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB) e do deputado Lucio Mosquini (MDB-Ouro Preto) para a Câmara dos Deputados. Na Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSD-Ji-Paraná), Alex Redano (Ariquemes) e Ieda Chaves (Porto Velho) são apontados como fortes candidatos, lembrando que esses prognósticos podem mudar rapidamente.
O vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) mantém sua candidatura ao governo; enquanto a primeira dama Luana Rocha e Sandro Rocha se preparam para as eleições para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa, respectivamente. Contudo, a permanência do governador Marcos Rocha no cargo até o final do mandato está sendo questionada, visto que sua renúncia seria necessária para permitir que Gonçalves, Luana e Sandro sigam seus planos.
Diante da decisão de Confúcio Moura em não se candidatar ao governo, as articulações políticas para uma candidatura progressista estão em andamento. O ex-senador Acir Gurgacz descartou a possibilidade, buscando uma vaga no Senado, enquanto o ex-governador Daniel Pereira é considerado uma opção e permanece em consulta.
O cenário político para 2026 se apresenta polarizado entre a direita e a esquerda, com um histórico de escândalos que permeiam todas as frentes, desde o INSS até outros setores. As pesquisas eleitorais têm mostrado resultados questionáveis, e figuras como o ex-governador Valdir Raupp desistiram de candidaturas, enquanto o ex-senador Amir Lando se recupera de cirurgia para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.