Brasil possui abundância de água potável enquanto mais de um bilhão sofrem com falta

O Brasil possui grandes reservas de água e terras raras, mas ainda enfrenta dificuldades no acesso a recursos essenciais, com 1 bilhão de pessoas sem água potável.

Brasil possui abundância de água potável enquanto mais de um bilhão sofrem com falta

O futuro da extração de petróleo pode estar próximo de uma transformação significativa. Especialistas preveem que, em breve, o custo para extrair petróleo será desproporcional aos benefícios de seu uso. Novas fontes de energia, mais limpas e acessíveis, estão emergindo como alternativas viáveis. O petróleo, por não ser essencial à vida, pode se tornar um capítulo encerrado na história. Por outro lado, a água será cada vez mais crucial em um mundo que desconsiderou os riscos do aquecimento global.

Embora exista uma grande quantidade de água no planeta, menos da metade da população mundial tem acesso fácil e barato à água potável. A Unicef alerta que mais de um bilhão de pessoas, especialmente as mais vulneráveis, carecem de água tratada. Portanto, garantir o acesso e o uso racional da água é uma necessidade urgente para a humanidade.

Recentemente, a descoberta do potencial do Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga) destacou a região amazônica como um importante reservatório, com mais de 150 quatrilhões de litros disponíveis, o que seria suficiente para suprir a demanda por água por cerca de 250 anos. Esse cenário levanta a questão de por que, com tamanha abundância de recursos hídricos, mais de um bilhão de pessoas ainda sofrem com a escassez de água.

Adicionalmente, o Brasil, que possui grandes reservas de terras raras, enfrenta contradições significativas, pois a pobreza afeta um quarto de sua população, mesmo diante de tamanhas riquezas naturais.

No contexto político, com a aproximação da janela partidária em abril, o PL, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, se prepara para reforçar sua posição no estado. Atualmente, o partido conta com dois senadores e um deputado federal, e deve ganhar pelo menos mais quatro parlamentares. Entre eles, Fernando Máximo, que é cotado para a disputa ao governo estadual.

No Cone Sul de Rondônia, que compreende nove municípios e é centrado em Vilhena, três grandes concorrentes estão em destaque para as eleições de 2026, onde serão disputadas oito cadeiras na Câmara dos Deputados. Estão na disputa o ex-deputado federal Natan, da família Donadon, Viveslando Neiva, da família Neiva de Carvalho, e Padovani, ex-secretário estadual da Agricultura, que conta com forte apoio do agronegócio.

Na região central, particularmente em Ji-Paraná, o cenário eleitoral também é competitivo, com candidatos como o ex-prefeito Jesualdo Pires, o atual deputado estadual Laerte Gomes e o ex-prefeito Esaú Fonseca. Além deles, o deputado federal Lucio Mosquini, que atuava no MDB e agora se transferirá para o PL, também busca apoio na região. Contudo, a fragmentação do eleitorado, que possui mais de 15 candidatos, torna a disputa ainda mais desafiadora.

Histórias políticas de relevância também se destacam em Rondônia. O ex-governador José Bianco é uma figura central, sendo o deputado estadual mais votado nas eleições de 1982, cargo que exerceu em diversas ocasiões, além de ter sido presidente da primeira Assembleia Constituinte. Sua trajetória marca uma era de significativa produção política na região, formando várias lideranças que se tornaram influência no cenário político nacional.

Recentemente, o apoio aos garimpeiros na luta por suas atividades, legais ou ilegais, tem sido uma constante entre os políticos rondonienses. As discussões na Assembleia Legislativa revelaram a falta de soluções para as famílias que dependem do garimpo, especialmente após fiscais terem apreendido suas balsas ao longo do Rio Madeira, que já enfrenta problemas de contaminação.

O Brasil agora conta com 30 partidos políticos após o registro do partido Missão, originado do Movimento Brasil Livre. Entretanto, a sobrevivência de alguns desses partidos nas eleições de 2026 será colocada à prova devido às cláusulas de barreira que restringem o acesso aos recursos do fundão eleitoral. As pesquisas eleitorais, com resultados variados, começarão a intensificar-se no início do ano, conforme as convenções partidárias se aproximam.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo