Amazônia pode entrar em colapso se desmate superar 25 por cento
Pesquisadores alertam que a Amazônia pode iniciar processo irreversível de savanização ao superar 25% de desmatamento; taxa já excede 20% e preocupa.
O Boletim dos Cientistas Atômicos mantém o Relógio do Juízo Final para alertar sobre o risco global decorrente de armas de destruição em massa: quanto mais usado esse arsenal, mais próximos os ponteiros ficam da meia-noite, símbolo do fim do planeta. Desde a década de 1950, com a Guerra Fria e acordos internacionais, o avanço rumo à meia-noite foi retardado, mas violações desses acordos podem restabelecer o risco de uma hecatombe nuclear.
O recente conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã chegou a aproximar o ponteiro dos minutos da meia-noite, mas a aceitação de uma proposta de cessar-fogo interrompeu esse avanço por enquanto.
Paralelamente ao risco bélico, cientistas que estudam a Amazônia lançaram novo alerta ambiental: se a destruição da floresta ultrapassar 25% de sua área, começará um processo de transição irreversível para a savanização. Atualmente, a devastação já supera 20%, o que aumenta a preocupação sobre um ponto de não retorno climático e ecológico.
Ativistas pacifistas e ambientalistas tentam, cada um em sua esfera, “segurar o relógio” antes da meia-noite, mas os dois riscos — militar e ambiental — representam ameaças simultâneas ao futuro do planeta.
Em Porto Velho, o ex-senador Acir Gurgacz, presidente estadual do PDT, cumpre agenda desde o início da semana para alinhar apoios e formar alianças visando as eleições de outubro. O partido integra aliança com o MDB do senador Confúcio Moura, tem recebido novas filiações e trabalha na composição de nominatas para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. Acir já foi liberado pelas instâncias eleitorais e confirmou disputa ao Senado, preparando plataforma e campanha.
Quanto às pesquisas para 2026, há críticas de que enquetes iniciais atendem aos interesses de seus patrocinadores e podem omitir nomes relevantes, como candidatos ao governo de Rondônia, reduzindo a credibilidade dos levantamentos. Especialistas em opinião pública apontam para a necessidade de inclusão ampla dos nomes para resultados mais representativos.
Lideranças do agronegócio manifestaram insatisfação com a decisão federal de retirar as hidrovias do Madeira, Tocantins e Tapajós do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e do Plano Nacional de Desestatização. A exclusão prejudica especialmente a economia do Amazonas: a inclusão no PPI estava associada à expectativa de atração de cerca de R$ 109 milhões em investimentos privados. A hidrovia do Madeira, que liga Rondônia ao Amazonas, é destacada como rota essencial para o escoamento da produção da Zona Franca e para a entrada de insumos do sul do País.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSD), recebeu críticas por não aderir ao acordo firmado entre governadores e a União para amenizar os efeitos do reajuste do óleo diesel. A equipe do governo estadual justificou a posição alegando limitações orçamentárias e a necessidade de priorizar o pagamento dos servidores, o que, segundo auxiliares, impediria a liberação de recursos extras sem comprometer a gestão.
O MDB estadual busca recuperação após um ano difícil, que incluiu a perda de dois deputados federais e dois estaduais durante a janela de transferências partidárias e indefinição sobre a eventual candidatura à reeleição do senador Confúcio Moura. Em preparação para as convenções de julho, a legenda tem trabalhado a formação de nominatas para a Assembleia Legislativa, com o secretário José Luiz Lenzi promovendo novas filiações e somando lideranças tradicionais. Ex-líderes históricos como o ex-senador Valdir Raupp e a ex-deputada federal Marinha já anunciaram que não disputarão este ano.
- A penitenciária federal de Porto Velho segue recebendo presos de alta periculosidade transferidos em função de tensões nos sistemas prisionais do Sul e do Sudeste.
- Autoridades e interlocutores locais observam a consolidação de facções criminosas na região amazônica, fator que agrava a violência e a segurança pública.
- A ex-deputada estadual Rosária Helena, com base eleitoral em Ouro Preto do Oeste, aparece na lista de candidatos à Câmara dos Deputados pela região conhecida como Bacia Leiteira.
- Entre os principais adversários esperados nas disputas por voto em municípios como Jaru e Ouro Preto do Oeste estão o deputado federal Lúcio Mosquini e o ex-prefeito de Jaru José Amauri (conhecido como Muletas).