Presidente do CFM Hiran Galo é criticado por ações negacionistas e ideológicas

O presidente do CFM, Hiran Galo, é criticado por adotar uma postura ideológica que ignora evidências científicas, comprometendo a credibilidade da medicina no Brasil.

Presidente do CFM Hiran Galo é criticado por ações negacionistas e ideológicas

Hiran Galo, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), tem sido alvo de críticas devido à sua atuação, que muitos consideram uma transformação do CFM em um espaço de defesa de ideias negacionistas. Milhares de médicos se sentem envergonhados pela condução da entidade, que, segundo essas vozes, tem se afastado da ciência e dos princípios que deveriam norteá-la.

O desprezo por evidências científicas, associado a um aparente alinhamento a posições ideológicas, coloca Rondônia em destaque de maneira negativa no cenário nacional. As ações do presidente do CFM fazem com que se questione a seriedade da profissão, enquanto se espera uma atuação mais técnica e fundamentada.

Certa vez, Galo decidiu abrir um processo investigativo contra médicos que atenderam o ex-presidente Jair Bolsonaro após um incidente, mesmo sem evidências concretas que fundamentassem tal medida. Essa decisão foi tão controversa que resultou na anulação por parte do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que reafirmou que a função de um conselho profissional não deve ser confundida com militância política.

A medicina deve ser pautada por conhecimento científico e evidências, não por opiniões pessoais ou ideologias. Ao desviar-se do rigor científico, o CFM, sob a liderança de Galo, não apenas erra, mas coloca vidas em risco e deteriora a confiança que a sociedade deposita na profissão médica.

O posicionamento de Hiran Galo não é apenas um aspecto de sua biografia, mas uma diretriz editorial que o CFM tem adotado. Essa escolha institucional compromete a credibilidade médica e, consequentemente, a saúde pública. E à medida que a ciência é descartada em favor de ideologias, o resultado é um crescente descrédito da profissão médica.

Atualmente, a medicina brasileira clama por representação que priorize a ciência e o rigor técnico. O desafio é que a liderança do CFM, ao escolher o caminho do extremismo, pode levar a um futuro incerto e alarmante para a profissão.

Fonte da imagem: Reprodução

Fonte das informações: Edson Silveira