Vereador pede tampa para caixa pluvial na Avenida Tiradentes
Vereador pede emergência na instalação de tampa em caixa coletora na Avenida Tiradentes, evitando obstruções, alagamentos e riscos a pedestres e motoristas.
Um problema antigo em Porto Velho voltou a preocupar motoristas e moradores: uma caixa coletora de águas pluviais completamente destampada na Avenida Tiradentes, próximo ao cruzamento com a Avenida Jorge Teixeira.
Na semana passada, o vereador Dr. Gilber (Novo) protocolou um Pedido de Providências junto à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) pedindo, em caráter de urgência, a manutenção do local e a instalação de uma tampa protetora.
A solicitação atende a dezenas de reclamações de moradores e comerciantes da região, que relatam abandono e acúmulo de lixo na estrutura — garrafas PET, sacolas plásticas, galhos, pneus e pequenos entulhos de construção — transformando a caixa em um “lixão a céu aberto” sobretudo no período chuvoso, quando as chuvas já se intensificam na cidade.
O principal receio levantado pelo vereador é a obstrução da rede coletora. Com detritos acumulados, a água da chuva não encontra escoamento e transborda sobre a pista, aumentando risco de alagamentos e danos à infraestrutura.
“Não se trata apenas de um problema estético ou de incômodo. É uma questão de segurança pública e infraestrutura. Com a caixa aberta, o próprio cidadão, muitas vezes sem malícia, acaba jogando lixo ali. Quando vem a chuva forte, aquilo vira uma barragem. A água sobe, invade garagens, derruba muros e o trânsito na Tiradentes para completamente”, afirmou Dr. Gilber.
A Avenida Tiradentes, via de ligação entre as zonas Sul e Leste da cidade, registra alagamentos recorrentes no trecho próximo à Jorge Teixeira, principalmente nos últimos dois anos. Motoristas relatam que, após cerca de 20 minutos de chuva forte, a pista chega a ficar submersa, obrigando desvios por ruas laterais nem sempre pavimentadas e seguros.
Além do alagamento, a ausência da tampa representa perigo direto a pedestres e motociclistas: o buraco da caixa chega a mais de um metro de profundidade em determinados pontos e já quase provocou acidentes, segundo testemunhas.
Como medida imediata, o vereador recomenda a instalação de uma grade ou tampa de concreto e a realização de manutenção periódica para evitar novos entupimentos e reduzir riscos à população.
Dr. Gilber reforça a urgência da ação preventiva: “O poder público precisa agir antes que uma tragédia aconteça. Não podemos esperar que uma criança caia ali ou que um motociclista se machuque gravemente para depois correr atrás do prejuízo.”