Vereador Gilber cobra recuperação da Linha C 01 no km 17 da BR 319

Vereador Dr. Gilber vistoriou a Linha C-01 (km 17 da BR-319) por intransitabilidade que impede escoamento de banana; cobra ação emergencial e plano de drenagem.

Vereador Gilber cobra recuperação da Linha C 01 no km 17 da BR 319

No último domingo, o vereador Dr. Gilber (Novo) visitou a Linha C-01, no km 17 da BR-319, para ouvir moradores e produtores rurais sobre a situação de intransitabilidade que afeta a via.

A área, reconhecida como um dos principais polos de produção de banana no entorno de Porto Velho, tem trechos praticamente bloqueados em razão das chuvas intensas dos últimos dias e da elevação da cota do Rio Madeira, o que impede o escoamento da produção para feiras e mercados da capital.

Produtores relataram perdas já contabilizadas e temor de prejuízos maiores nas próximas semanas caso não haja intervenção rápida. Segundo moradores, a dificuldade de tráfego compromete a renda das famílias e ameaça o abastecimento local.

“A situação é crítica. As famílias dependem da banana como principal fonte de renda. Se não houver uma intervenção emergencial para garantir a trafegabilidade mínima, teremos perda de alimentos, aumento de custos e risco de desabastecimento local”, afirmou o parlamentar durante a visita.

Dr. Gilber comprometeu-se a reunir, ainda nesta semana, representantes da Prefeitura de Porto Velho, em especial das secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e de Agricultura (Semagric), além de órgãos estaduais de defesa civil, para cobrar ações imediatas nos pontos mais críticos.

O objetivo das reuniões é obter intervenções emergenciais de recuperação e a elaboração de um plano de drenagem e manutenção para o período chuvoso, buscando mitigar novos danos mesmo diante de limitações orçamentárias.

A equipe do vereador já começou a documentar os pontos de alagamento ao longo da via; um relatório técnico será encaminhado à Prefeitura nos próximos dias, com pedido de resposta formal e cronograma de ações.

Enquanto aguardam providências, moradores e produtores utilizam caminhos alternativos, o que aumenta o tempo de viagem, o risco de acidentes e os custos de transporte. Líderes comunitários afirmam que o problema se arrasta por mais de dois meses e esperam que a mobilização acelere o atendimento.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria