Descoberta de cidade planejada da época colonial na Amazônia com tecnologia LiDAR
Arqueólogos descobriram a cidade perdida de Lamego na Amazônia utilizando tecnologia LiDAR, revelando um complexo urbano planejado do século XVIII.
Recentes descobertas arqueológicas trazem à tona a cidade de Lamego, que, ao contrário das aventuras românticas de exploradores como Percy Fawcett, foi identificada através de tecnologia avançada, como os sensores LiDAR. Essa cidade, situada na Amazônia, foi planejada como parte das estratégias de expansão do território português e defesa contra a influência espanhola, próximo ao Forte Príncipe da Beira. O arqueólogo Carlos Zimpel Neto, da Universidade Federal de Rondônia, liderou a busca pela cidade, que revela um plano urbano engenhoso para o controle político e territorial da região, mostrando que, mesmo em ruínas, o projeto de Lamego foi em parte bem-sucedido.
Dois governadores da Amazônia, Gladson Cameli, do Acre, e Antônio Denarium, de Roraima, enfrentam graves acusações e deverão ser julgados em breve. Ambos estão preocupados com a possibilidade de inelegibilidade para as eleições do próximo ano. Cameli, líder em pesquisas de intenção de voto para o Senado, é alvo de processos que abrangem questões eleitorais e malversação de fundos públicos, cujas investigações estão em andamento.
No estado de Rondônia, a tradição dos governadores em se eleger para o Senado é uma expectativa confiável para a base aliada do governador Marcos Rocha. Figuras como Valdir Raupp, Ivo Cassol e Confúcio Moura, todos ex-governadores, conseguiram essa transição, e com isso a militância local confia que esse histórico poderá ser repetido nas próximas eleições, aumentando as chances de sucesso nas candidaturas à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados.
A justiça também investiga a existência de sites fantasmas que, com a criação repentina, buscavam desviar recursos públicos na região. Esses sites, utilizados para receber publicidade governamental, revelaram a compadragem política e a associação com políticos, utilizando nomes de amigos e familiares na sua criação. A situação é grave, com testemunhas ameaçadas e um apelo para que os desmandos em Rondônia sejam investigados adequadamente.
O Movimento Brasil Livre (MBL), de orientação direita, conseguiu registrar um novo partido, que será denominado Missão. Com a definição de um candidato para as eleições presidenciais de 2026, o partido enfrentará o desafio das cláusulas de barreira que restringem a atuação de novas legendas. Originário de São Paulo, o Missão se propõe a competir com outras legendas de direita na busca pelos votos.
A disputa pelo governo estadual em Rondônia e Acre apresenta dificuldades para os vice-governadores. Sérgio Gonçalves, de Rondônia, e Mailza de Assis, do Acre, enfrentam rejeições em seus estados. Ambos se preparam para convenções que ocorrerão em julho, onde as candidaturas serão homologadas em um cenário de animosidade entre as bases aliadas dos atuais governantes.
O senador Confúcio Moura, representante de Rondônia, está tomando a frente na revitalização do Porto Cai N’Água, que foi negligenciado por diversas administrações. Moura busca destravar recursos federais para acelerar as obras, convocando a bancada federal a se unir e agir em prol desse projeto crucial para a infraestrutura local.
Em Santa Catarina, líderes políticos e empresariais iniciaram uma campanha contra a candidatura do vereador Carlucho Bolsonaro ao Senado. O movimento, intitulado "Fora Carlunho!", reflete as divisões internas dentro do PL, que também apresenta Esperidião Amin como um nome forte. Esse embate coloca em risco a posição da deputada federal Carolina Detoni, que é vista como uma alternativa viável para a candidatura.
Por fim, Manaus e Porto Velho passarão por ações inusitadas neste Natal, com a instalação de pistas de patinação no gelo. Essa iniciativa gera controvérsias, especialmente diante das carências em saúde e segurança pública que esses estados enfrentam. Críticos argumentam que o gasto público discrepa das reais necessidades da população, comparando a situação a investimentos em projetos de infraestrutura, como o aeroporto em Ariquemes, que não atende voos comerciais.