Pesquisadores confirmam que Amazônia abrigou muitos dinossauros
Pegadas fossilizadas na Amazônia estudadas por geólogos da UFRR confirmam que pelo menos seis espécies de dinossauros habitaram a região há 110 milhões de anos.
Geólogos e paleontólogos da Universidade Federal de Roraima publicaram recentemente, na revista Pesquisa do Cretáceo, resultados de estudos sobre pegadas fossilizadas capturadas em 2011 em rochas da região amazônica de Roraima. As análises indicam que a Amazônia foi palco de intensa atividade de dinossauros há cerca de 110 milhões de anos.
De acordo com os pesquisadores, as marcas preservadas permitem afirmar que pelo menos seis espécies distintas habitaram a floresta nessa época, e há indícios de que o total de espécies poderia ultrapassar vinte. As conclusões decorrem da escavação, registro e comparação morfológica das pegadas, que transformam hipóteses antigas em evidência paleontológica concreta sobre a presença e diversidade desses animais na região.
Eleições 2026
Em Rondônia, a disputa pelo governo estadual começa a se consolidar em torno do senador Marcos Rogério (PL-Ji-Paraná) e do ex-prefeito Hildon Chaves (União Progressista–Porto Velho). Na Assembleia Legislativa, nomes com votação histórica significativa — como Laerte Gomes (Ji-Paraná), Ieda Chaves (Porto Velho), Alex Redano (Ariquemes) e Jean de Oliveira (com base na Zona da Mata e Porto Velho) — aparecem bem posicionados para buscar novos mandatos.
Para a Câmara dos Deputados, as projeções apontam para grande renovação. Entre os motivos estão candidaturas ao Senado de atuais deputados federais, como Sílvia Cristina (PP-Ji-Paraná) e Fernando Máximo (PL-Porto Velho), além de parlamentares vulneráveis em suas bases, citando casos como Rafael Fera (Ariquemes) e Cristiane Lopes (Podemos–Porto Velho). Por outro lado, Lucio Mosquini (PL) surge como nome fortalecido na região central.
Na berlinda
No conjunto dos estados amazônicos, senadores aparecem como potenciais candidatos competitivos para os governos: menções recorrentes incluem Alan Rick (Republicanos–Acre), Marcos Rogério (PL–Rondônia) e Omar Aziz (Amazonas). No Pará, a vice-governadora Hanna Ghassan (MDB), alinhada ao ex-governador Barbalho, mantém vantagem inicial. No Amapá, o MDB e o ex-prefeito Dr. Furlan aparecem em posição de força. Analistas ressaltam, porém, que o processo está no início e sujeito a reviravoltas.
PSDB na região
O cenário regional evidencia dificuldades para o PSDB, com destaque para um enfraquecimento acentuado em Rondônia. Em outros estados do Norte o partido ainda possui presença eleitoral, mas enfrenta um momento de retração em áreas onde antes teve importância administrativa e política.
Apagão de mão de obra e impactos
Porto Velho enfrenta escassez de trabalhadores em diferentes setores, especialmente na construção civil. Construtoras e empreiteiras relatam dificuldades para contratar pedreiros, carpinteiros, pintores, eletricistas e encanadores, o que tende a pressionar custos e prazos das obras. Supermercados e outros estabelecimentos comerciais também encontram vagas sem preenchimento, com centenas de postos abertos; parte dessa falta de oferta é atribuída à preferência de jovens da geração Z por atividades menos penosas.
Via Direta — observações e sinais
Relatos apontam avanço de facções criminosas sobre atividades ilegais na Amazônia, como garimpo, extração de madeira e grilagem de terras, e sua crescente inserção em redes políticas locais, o que acende alertas para o processo eleitoral de 2026 em busca de transparência sobre financiamento de candidaturas.
Na esfera midiática e eleitoral local, comunicadores como Adilson Honorato (Bandeirantes) e Augusto José (Recorde) aparecem em articulações para disputar vagas na Assembleia Legislativa. O cabo Dalciolo, que chegou a ensaiar candidatura ao Senado por Rondônia e Amazonas, decidiu disputar a presidência da República com base eleitoral no Rio de Janeiro. Porto Velho também iniciou a revisão do plano diretor para atualizar o ordenamento territorial da capital e seus distritos.
por Carlos Sperança