Filme O Último Azul traz reflexão sobre envelhecimento e a Amazônia

“O Último Azul” retrata a jornada de Tereza, uma mulher de 77 anos, que busca um último desejo: explorar os rios amazônicos, questionando perspectivas sobre a vida e a velhice.

Filme O Último Azul traz reflexão sobre envelhecimento e a Amazônia

O filme “O Último Azul”, dirigido por Gabriel Mascaro, explora temas de finitude e desejo ao narrar a história de Tereza, uma mulher de 77 anos que se vê forçada a entrar em uma colônia de aposentados, onde a única saída é a morte. No entanto, ela decide realizar seu último desejo: navegar pelos rios da Amazônia.

A obra reflete sobre a importância de valorizar a vida em todas as idades, questionando por que atividades simples como viajar pelos rios se tornam desejos finais. Com o início de sua trajetória de exibições, espera-se que o filme sensibilize o público, gerando reflexões sobre o futuro dos idosos e dos ecossistemas amazônicos.

Na interpretação de Tereza, a atriz Denise Weinberg entrega uma performance marcante, enquanto Rodrigo Santoro, como Cadu, um piloto marcado pela solidão e trauma, contrasta com a esperança de Tereza. Através desse diálogo entre gerações, o filme instiga uma reflexão profunda na plateia.

No cenário político, o ex-governador Ivo Cassol (PP) se torna uma figura cobiçada entre os potenciais candidatos ao governo de Rondônia nas eleições de 2026. Apesar de estar inelegível e sem chances de reverter sua situação na justiça, Cassol tem recebido candidatos em sua fazenda em Rolim de Moura. Personalidades como o senador Marcos Rogério (PL) e o atual prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), buscam sua influência, embora Cassol ainda não tenha feito promessas de apoio.

Durante esses encontros, Cassol tem se mostrado reservado, ouvindo mais do que falando. Contudo, a expectativa é de que ele indique um vice para um dos candidatos, enquanto aguarda o desdobramento do quadro político. Todos os que se reúnem com ele afirmam contar com seu respaldo, revelando as redes de influência no estado.

Além disso, várias prefeituras na região Norte estão posicionando seus líderes para a disputa pelo governo estadual. Candidatos como Tião Bocalon em Rio Branco e David Almeida em Manaus já estão em evidência, assim como Adailton Fúria em Rondônia. Para concorrer, esses líderes precisarão se desincompatibilizar de seus cargos até abril, conforme a legislação eleitoral.

No contexto das eleições para a Câmara Federal de Rondônia, disputas regionais estão se intensificando. Em Ariquemes, o deputado Thiago Flores enfrenta o novo deputado Rafael Fera. Já em Ji-Paraná, os ex-prefeitos Jesualdo Pires e Esaú Fonseca se destacam como os principais concorrentes.

Na bacia leiteria, que abrange Jaru e Ouro Preto do Oeste, o ex-prefeito José Amauri enfrenta o deputado federal Lucio Mosquini, que busca a reeleição. A região de Cacoal e Rolim, por sua vez, deverá vivenciar uma intensa canibalização política com a presença de vários postulantes. Em Vilhena, os clãs Donadon, Neiva de Carvalho e Goebel também disputam atenção em um cenário de fragmentação de votos.

Atualmente, Rondônia enfrenta uma alarmante onda de feminicídios e desaparecimentos de adolescentes, um problema que não é exclusivo do estado e reflete uma crise em nível nacional. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo se destaca como um fator dominante nas próximas eleições, enquanto a oposição se prepara para reagir à onda conservadora. Com a janela partidária se aproximando, mudanças significativas estão prestes a ocorrer entre os políticos do estado antes das eleições de outubro.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo