Notícia publicada em 13/12/17 - 09:05 | Política | Alta Floresta do Oeste
Prefeito de Alta Floresta diz que tem consciência tranquila
Carlos Borges disse que após ter assumido a prefeitura, em janeiro, o pregão eletrônico já tinha data definida
Divulgação

Assessoria


O prefeito de Alta Floresta do Oeste, Carlos Borges, afastado durante a Operação Fáeton, do Ministério Público explicou que jamais participou de qualquer esquema criminoso para fraudar processo licitatório. “Todas as nossas ações administrativas são vistoriadas preliminarmente pelo setor jurídico e o departamento de controle interno. Esse procedimento é feito desde o início da minha gestão”, explicou. Sobre o processo do transporte escolar, Carlos Borges disse que após ter assumido a prefeitura, em janeiro, o pregão eletrônico já tinha data definida, ou seja, as regras para os participantes (empresas) estavam estabelecidas. “Quando da transição do governo, nossa equipe tomou conhecimento desse processo. Todas as folhas foram devidamente vistoriadas e não constatamos nenhuma irregularidade ou vício que pudesse gerar qualquer tipo de problema. Tanto que, no dia marcado, as empresas ofertaram seus respectivos lance”, ressaltou.

Carlos Borges acredita que a celeuma nesse processo do transporte escolar municipal tenha ocorrido devido as inúmeras desclassificações das empresas por não atenderem os itens do edital. “Cada certame possui regras específicas as quais devem ser atendidas pelos participantes. Recordo que nesse processo específico, algumas empresas foram desclassificadas gerando inconformismo por parte destas”, destacou.

Auditoria

Diante das reclamações, oriundas dos representantes das empresas, Carlos Borges fez questão de instaurar auditoria interna para averiguar os questionamentos feitos pelos empresários. “Desde o início da nossa gestão sempre primamos pela seriedade, ética, transparência e respeito com a coisa pública. Jamais compactuamos com erros que possam gerar danos ao erário, pois antes de ser prefeito, sou empresário e zelo pelo meu CPF”, desabafou.

Consciência tranquila

Carlos Borges disse que prestou todos os esclarecimentos as autoridades competentes e colocou-se à disposição tanto do órgão ministerial, como do Poder Judiciário. “Não tenho motivos e tampouco razões para temer. Estou com a minha consciência tranquila, pois acarretaria prejuízos ao município”.

Ele agradeceu as inúmeras mensagens de apoio recebida dos munícipes e de autoridades locais. “Só tenho agradecer a confiança dessas pessoas, tanto na minha gestão, quanto na pessoa do Carlos Borges”, concluiu.


       
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