Notícia publicada em 19/09/17 - 10:19 | Geral | Alta Floresta do Oeste
Policial Civil de Alta Floresta faz sucesso nas redes sociais
Ela tem 29 anos, dez deles dedicados à segurança pública de Rondônia. Antes de passar no concurso da Polícia Civil, foi agente penitenciário
Divulgação

Da Redação


Com 55 mil seguidores no Instagram, onde também é ativa, a policial civil Daiane Krause, moradora do município de Alta Floresta, chama a atenção pela sua beleza e pelo corpo escultural, distribuído em 1,71 de altura e 74 quilos.  Ela já entrou em luta corporal com marginais e trocou tiros. O perigo não a intimida.



 


Ela tem 29 anos, dez deles dedicados à segurança pública de Rondônia. Antes de passar no concurso da Polícia Civil, foi agente penitenciário. Os 1,71 de altura bem distribuídos em 74 quilos chamam a atenção nas redes sociais, onde cada postagem rende centenas de curtidas e comentários. 


 


Bem humorada, midiática e bacharel em Direito, a loira às vezes aparece em suas publicações de arma em punho. Mas os textos que acompanham as imagens geralmente são sérios e com mensagens de otimismo e superação. Aprovada na OAB, mas sem poder exercer a profissão, a “advogata” quer seguir se preparando para um dia se tornar “delegata”.


 


Em entrevista através do bate-papo do Facebook, Daiane revelou que está solteira há um bom tempo. Foi noiva e admite que a rotina policial atrapalha os relacionamentos afetivos. “Às vezes acontece preocupação por conta dos horários que a polícia não tem. Tipo rotina. Trabalho de madrugada, em feriados e finais de semana. Mas sou bem profissional, prezo pela imagem do meu trabalho”, diz, deixando claro qual seria sua escolha se precisasse optar entre a carreira e o namoro.


 


Sobre o assédio que seria natural diante de sua figura que impressiona, a beldade armada conta: “Na função eu sou bem séria, acho que isso dá um pouco de medo nas pessoas”, diverte-se, com modéstia, para acrescentar os comentários mais atrevidos que lê em seu perfil no Facebook: “me prende” e “vou para Rondônia cometer algum crime”…


 


Atuando numa região de fronteira, onde o tráfico de drogas exige ações duras dela e dos companheiros, Daiane não se intimida: “A rotina não distingue homem de mulher. Onde meus colegas estão, eu também estou”.


 


 



 


 



 


 



 


 



 


 



 


 



 


 



 


 



 


 



 


 






       
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