Notícia publicada em 23/06/17 - 21:58 | Esportes | Rio de Janeiro (rj)
Fla investe R$ 58 milhões em reforços em 2017
Os dois jogadores mais caros do elenco decidiram a partida contra a Chapecoense. Guerrero, com três gols e passe para outro, e Diego
Raphael Zarko

Raphael Zarko


Os dois jogadores mais caros do elenco decidiram a partida contra a Chapecoense. Guerrero, com três gols e passe para outro, e Diego, dois e uma assistência, são símbolo do Flamengo que tenta voltar ao topo do futebol brasileiro - apesar dos tropeços, como a nova eliminação precoce na primeira fase da Libertadores - com regra simples: quanto mais dinheiro e mais investimento no futebol, mais forte fica o elenco rubro-negro, com tantas opções para usar de 11 a 14 jogadores por partida.





A compra de Éverton Ribeiro, uma das transações mais caras da história do clube da Gávea, é o símbolo de um levantamento inédito obtido pelo GloboEsporte.com. De R$ 9 milhões em 2013, no primeiro ano da gestão Bandeira, até R$ 58 milhões em 2017 há um salto impressionante de 544% em cinco anos na aquisição de direitos econômicos de jogadores de futebol - mais de seis vezes o empenhado em contratações no primeiro ano de gestão. Ao todo, em cinco anos, são 61 atletas contratados - nem todos em compras de direitos econômicos, conforme lista que você confere no fim da reportagem com todos nomes contratados pelo Flamengo na gestão Bandeira.






Abaixo, observe o gráfico com informações de maneira resumida do aumento de aporte do clube na contratação de jogadores. Hoje, o Flamengo administra uma folha salarial de R$ 9 milhões. Outro salto dos últimos tempos no clube. O avanço é gradual. No fim do ano passado o futebol tinha vencimentos na casa de R$ 7,5 milhões.


 





 (Foto: infoesporte)  (Foto: infoesporte)








A mudança de patamar do Flamengo se deu, principalmente, a partir de 2015, embora naquele ano o investimento na compra de direitos econômicos tenha sido o menor da série histórica – de R$ 8,5 milhões. Naquela temporada, o clube contou com a Doyen para comprar Marcelo Cirino (sem gastar um tostão) e investiu em compras de menor expressão, como foi o caso de Jonas, que veio do Sampaio Correa (MA). Os mais altos investimentos foram nas chegadas de Guerrero, que não envolveu compra de direitos econômicos, mas luvas milionárias ao camisa 9 do Flamengo. Outros casos do tipo foram de Ederson, Sheik e Alan Patrick. Este último, por empréstimo.






As perguntas da reportagem foram enviadas ao Flamengo logo depois da confirmação da contratação de Éverton Ribeiro – no dia 6 de junho. O departamento de finanças, através do vice-presidente Claudio Pracownik, enviou as respostas em 19 de junho, com detalhamento de alguns investimentos. Confira abaixo.




 


GloboEsporte.com: A contratação de Everton Ribeiro é a mais cara da história do clube?




 


Claudio Pracownik: Se não foi a maior, certamente foi uma das maiores. Teríamos que fazer uma pesquisa histórica com conversão de câmbio à época para poder afirmar isso.




 


Qual evolução do investimento - falando em contratações de ativos (direitos econômicos de jogadores) - que o clube vem tendo desde 2013, primeiro ano da gestão Bandeira?




 


Em valores aproximados e históricos, seguem os valores investidos em direitos econômicos de jogadores:




- 2013: R$9 milhões
- 2014: R$15 milhões
- 2015: R$ 8,5 milhões
- 2016: R$ 25 milhões
- 2017: R$ 58 milhões






Havia previsão no orçamento de 2017 do clube de atingir folha salarial de cerca de R$ 8,5 milhões a R$ 9 milhões. Hoje, com as novas contratações chegando, está nesse patamar?






Sim, estamos dentro desse patamar, que pode vir a ser revisto conforme novo orçamento a ser apresentado ao Conselho de Administração.




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